Mais da metade dos capixabas ainda não declarou o IR; prazo termina em 29 de maio

Com o prazo final para entrega do Imposto de Renda 2026 se aproximando, mais da metade dos contribuintes do Espírito Santo ainda não enviou a declaração. Dados da Receita Federal do Brasil mostram que cerca de 470 mil capixabas seguem pendentes — o equivalente a 55% do total esperado no estado.

A expectativa é de que aproximadamente 840 mil declarações sejam entregues no Espírito Santo. Até agora, pouco mais de 370 mil foram concluídas. Com a proximidade do prazo, que termina em 29 de maio, aumenta o risco de erros no preenchimento, o que pode levar o contribuinte à chamada malha fina.

Segundo a líder da XP Investimentos no Espírito Santo, Cecília Perini, organização e atenção são fundamentais neste momento final. “É importante preencher a declaração com calma e garantir que todas as informações estejam corretas para evitar problemas futuros”, orienta.

Ela alerta que investidores devem ter cuidado redobrado, especialmente na hora de declarar aplicações financeiras e tributos relacionados.

Declaração pré-preenchida ajuda, mas exige revisão

A declaração pré-preenchida, disponível nos sistemas da Receita Federal, pode facilitar o processo, mas não elimina a necessidade de conferência.

“O contribuinte continua sendo responsável pelas informações. É essencial revisar todos os dados antes do envio e, se necessário, buscar ajuda profissional”, reforça a especialista.

Erros mais comuns na declaração

Entre os principais equívocos cometidos por investidores na hora de declarar o Imposto de Renda, destacam-se:

  • Erro nas alíquotas: cada tipo de operação tem uma tributação específica, e aplicar valores incorretos pode gerar divergências;
  • Uso inadequado da nota de corretagem: falhas na classificação de operações (como day trade e swing trade), omissão de custos ou prejuízos e erros na declaração de ativos recebidos;
  • Investimentos no exterior: rendimentos e impostos pagos fora do país precisam ser informados corretamente.

A recomendação final é clara: contar com o apoio de um contador pode evitar dores de cabeça. O profissional auxilia na apuração correta dos ganhos, na compensação de prejuízos e no cumprimento das obrigações fiscais, reduzindo as chances de cair na malha fina.

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