Mais de mil pessoas fazem exame de HIV e Hepatite C em mutirão na Praça do Papa

Pedro Permuy – pedro@eshoje.com.br

{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2016/07/28/70x70/1_exames_pedro_permuy3-187780.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'579a12afd9e7b', 'cd_midia':187781, 'ds_midia_link': 'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2016/07/28/465x200/exames_pedro_permuy3_min_aabf-187780.jpg', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': 'Pedro Permuy', 'ds_midia_titlo': '', 'cd_tetag': '3', 'cd_midia_w': '465', 'cd_midia_h': '199', 'align': 'Left'}Até as 13 horas desta quinta-feira, 28, a estimativa é de que 1.200 pessoas realizem exames de Hepatite C e HIV, em mutirão que acontece na Praça do Papa, na Capital, organizado pela organização não governamental (ONG) Associação Pró-Vidas Transplantes. As grandes filas de espera mostram a preocupação da população em cuidar da saúde.
E para o presidente da ONG, Adalton Vieira de Almeida, não tem mais idade, gênero ou raça que se preocupe mais. “Todos estão vindo fazer o exame. É de graça, sai na hora e caso tenha resultado positivo, nós já daremos todas as orientações necessárias para que seja iniciado o respectivo tratamento”, comenta. De acordo com ele, no geral estão procurando o serviço pessoas de meia idade, mas, para o presidente, isso é positivo. “Esse é o público-alvo da Hepatite C, por exemplo. São pessoas que já tomaram vacinas em seringas de vidro, na época em que não se tinha o conhecimento que temos atualmente”, pondera.
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Já Celho Flor dos Santos, 43, conta que é executa check-up’s ao menos duas vezes por ano, mas viu o mutirão da Praça do Papa como uma oportunidade extra. “Já que temos condições de fazer mais uma vez, por que não?”, questiona. Ele acredita que monitorar esse tipo de doença é preciso já que o contágio pode se dar de diversas formas. “Pode ser na gilete do barbeiro, na relação sexual, coisas rotineiras. Por isso o período entre um exame e outro, quanto menor, melhor”, esclarece.

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