Os mandados expedidos contra 27 pessoas no Espírito Santo, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles, o advogado Gabriel Quintão Coimbra, fortemente ligado ao jornalista Jackson Rangel, dono do jornal Folha do ES, localizado de Cachoeiro de Itapemirim.
Segundo a decisão judicial, o advogado funciona como uma espécie de ghost writer do site “Folha do ES’, municiando Jackson Rangel Vieira com conteúdo dedicado a desestabilizar e atacar as instituições democráticas, plantando e disseminando fake news. O advogado escrevia matéria do jornal cachoeirense, e enviava o conteúdo diretamente para o dono Jackson Rangel, que então assinava a matéria jornalística com o seu próprio nome.

No trecho do processo alega que o que efetivamente se verifica da publicação subscrita por Jackson Rangel é a confirmação de parceria “pseudo” jornalista e o advogado Gabriel Quintão Coimbra, na medida em que a redação originalmente publicada sugere que o texto teria sido escrito e enviado pelo então advogado, via mensagem no aplicativo Whatsapp, sendo perceptível o horário e da data de envio minutos antes da publicação oficial no site da Folha do ES.
O MP/ES declara que mencionado advogado qual possui viés político explícito e patrocina causas jurídicas de interesse comum dos demais integrantes do grupo criminoso que se beneficia das publicações expostas na Folha do ES.
Prisões no ES são por ataques ao STF e financiamento de milícias digitais
Também são alvos da megaoperação os deputados estaduais Carlos Von (DC), Capitão Assumção (PL), o vereador de Vitória Armando Fontoura (Podemos), os empresários Adilson Alves dos Santos, Matheus Silva Passos, Danildo de Oliveira, Rafael Souza da Silva, o radialista Max Pitangui e o Pastor Fabiano Oliveira.









