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Mata da Praia: novos vídeos mostram desentendimento dois meses antes de morte

Dois novos vídeos mostram um desentendimento entre o empresário aposentado Manoel Pepino, de 73 anos, e o advogado Luís Hormindo França Costa, 33, dois meses antes do crime. Veja:

O aposentado foi morto no dia 20 de abril em uma discussão com o advogado. Nas imagens, os dois aparecem andando no bairro com os cachorros. Segundo o advogado que representa a família de Manoel, ele foi seguido primeiro por Luís, que chega a filmar a casa e a rua onde o empresário aposentado morava.

“Falei pra ele colocar o cachorro dele na guia e ai ele veio dizer que o meu cachorro é que é violento”, diz o advogado no vídeo. Depois, em um vídeo maior, Manoel é quem aparece seguindo Luís por alguns metros. Ele chega a aumentar o passo, mas o aposentado continuou o seguindo.

“Saiu de casa pra criar confusão. Gritando na rua, dizendo que eu sou um b*. Vai arrumar para a cabeça rapidinho, está vindo atrás de mim. Chamei a viatura, que não veio”, afirma Luís, enquanto filma.

No vídeo é possível ouvir Manoel dizendo: “vem cá” e o advogado responde: “Não vou, não tenho nada pra falar com você (…) Já estamos longe da casa dele e ele continua criando problema”, responde.

Manoel pede de novo que Luís vá até ele. “Estou filmando para quando dar m* não dizerem que eu criei o problema”, diz, mostrando em seguida que Manoel para de segui-lo.

Na última sexta-feira (3) a Polícia Civil (PCES) concluiu o inquérito sobre a morte sobre  o caso e entendeu que Manoel agiu em legítima defesa. Luis Hormindo relata que, no dia do fato, estava caminhando com o cachorro quando passou pelo casal – Manoel e esposa –com um cão sem coleira.

Segundo o advogado, o cachorro já havia atacado o animal dele em outra ocasião. Ele contou que os três começaram a discutir e, em dado momento, o aposentado foi até sua casa e retornou, atirando contra ele.

O advogado Luís Hormindo França Costa, preso por matar o empresário aposentado Manoel de Oliveira Pepino, de 73 anos, foi solto. A decisão é do juiz Carlos Henrique Rios Amaral Filho, da 1ª Vara Criminal de Vitória, que ainda pediu a suspensão do porte de arma dele.

Luís foi solto na segunda-feira (6). A decisão saiu em meio a divergência entre a polícia e o Ministério Público (MPES). Enquanto a polícia concluiu o inquérito pedindo o arquivamento do caso por entender que Luís agiu em legítima defesa, o MPES pediu novas diligências e quis devolver o inquérito.

Entretanto, o prazo legal foi extrapolado. Segundo o artigo 10 do Código de Processo Penal, o inquérito deve terminar no prazo de 10 dias, se o indiciado estiver preso em flagrante ou preventivamente (caso de Luís).

 

 

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