O Estado Brasileiro é laico. A ninguém é dado o direito de exigir dos cidadãos que tenham fé em seus governantes.
O Brasil vive hoje um regime de exceção, em que 11 ministros do Supremo Tribunal Federal têm o poder absoluto e absolutista.
O jogo de poder é violento e truculento. Ainda que possa eventualmente estar a serviço de grupos e facções, ninguém pode se colocar acima da lei.
Não é lícito o STF usurpar poderes do Presidente da República, do Congresso Nacional e, o mais grave, do povo brasileiro.
Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido.
Temos visto ações ilegais, que violam flagrantemente o ordenamento jurídico. Chegamos ao cúmulo de assistir a ministra Carmen Lúcia declarar, de são consciência, que seu voto violava a Constituição Federal, “mas só dessa vez vamos deixar passar”. Os deuses são imortais. Alguns ministros, imorais.
Temos visto, com muita tristeza, o ministro Alexandre de Moraes, revogar o devido processo legal, usurpando poderes do Executivo e do Legislativo. E fazendo desaparecer do mapa a figura do juiz natural.
Teve também o ministro Édson Facchin, monocraticamente, descondenando Lula da Silva, num claro deboche a todo o Judiciário Brasileiro.
E, por último, eis que surge o inexpressivo ministro Dias Tóffoli, ex-advogado do PT e consultor da CUT, declarar que a operação lava-jato foi uma farsa, a maior vergonha da história brasileira. Farsa de quem? Quem indicou quem?
O povo já respondeu de forma cabal, na festa da Independência do Brasil, deixando as ruas de Brasília absolutamente desertas. Dessa vez os governantes de plantão não tiveram a coragem de reunir seus militantes nem para aplaudir nem para provocar atos de vandalismo, como fizeram em 8 de janeiro.
Essa gente não tem limites. Mas o povo é mais forte, e vai encontrar a solução pela via democrática. Não temos vocação para ditaduras nem tolerância com ditadores e corruptos.
A bola de vez agora é o renomado jornalista Alexandre Garcia, que tem se colocado, eloquentemente, em oposição ao governo do farsante Lula da Silva.
Alexandre Garcia agora atraiu para si a ira da Advocacia Geral da União que prometeu partir para cima do jornalista, por ter declarado que “é preciso investigar porque não foi só a chuva. A chuva foi só a causa original. Mas no governo petista foram construídas, ao contrário do que recomendavam as medições ambientais, três empresas pequenas que aparentemente abriram as comportas ao mesmo tempo e isso causou uma enxurrada parecida com aquelas que acontecem aqui perto de Brasília”.
Garcia pediu penas investigação. Pediu que o desacreditado e desmoralizado Ministério Público Federal cumpra seu papel constitucional.
Mas é improvável que o jornalista Alexandre Garcia veja o final do inquérito no qual será réu pela prática de um crime hediondo, porque agora tem também contra si, por determinação do inaceitável Flávio Dino, a Polícia Federal, uma milícia de que tem se valido o governo Lula da Silva para acertar contas com seus desafetos.
O mais grave de tudo é que as inaceitáveis violações legais são praticadas reiteradamente, com o apoio da mídia corporativa corrupta e imoral, e a omissão promíscua e covarde da Ordem dois Advogados do Brasil.
O povo já respondeu no 7 de Setembro.
Liberdade, já!
Democracia, sempre!
Censura, não!
Ditadura nunca mais!









