Diu é só para quem já teve filhos? Confira mitos e verdades

O DIU é um dos métodos contraceptivos mais eficazes e duradouros disponíveis atualmente. Apesar de sua alta efetividade, ainda existem dúvidas frequentes sobre o preservativo. Pensando nisso, a médica da Família Paula Gratz, desmistifica o anticoncepcional de longa duração e reforça a importância da informação no planejamento reprodutivo.

Para o secretário de Saúde de Cariacica, Renan Poton, é de extrema importância que os fatos sobre o método sejam esclarecidos. “Ainda existem muitas dúvidas sobre o DIU, o que causa desconfiança e medo nas mulheres. Por isso, é essencial que trabalhemos para esclarecer esses mitos e verdades, repassando informações confiáveis, seguras e verdadeiras”, afirma.

Afinal, o DIU é só para quem já teve filhos? Mito

A médica afirma que o O DIU pode ser utilizado por mulheres que nunca tiveram filhos, assim como por aquelas que já tiveram. Ele é um método contraceptivo seguro, eficaz e pode ser indicado em diferentes fases da vida reprodutiva, inclusive pode ser usado em adolescentes, desde que não haja contra indicações médicas.

O DIU pode causar infertilidade? Mito

Segundo a doutora, o contraceptivo não causa infertilidade. Na verdade, a fertilidade da mulher retorna rapidamente após a remoção do dispositivo.

Existem DIUs com e sem hormônio? Verdade

Paula explica que existem dois tipos principais de DIU: o DIU hormonal e o DIU de cobre. Segundo a médica, o DIU hormonal libera uma pequena quantidade de progestágeno diretamente no útero, afinando o endométrio e espessando o muco cervical. Já o DIU de cobre não contém hormônios e atua como um espermicida, criando um ambiente intrauterino desfavorável à fecundação. Ambos são altamente eficazes, mas têm perfis diferentes de sangramento e efeitos colaterais.

O DIU aumenta o risco de infecções? Mito

De acordo com a médica, o método não aumenta o risco de infecção a longo prazo. Existe um risco discretamente aumentado apenas nos primeiros 20 dias após a inserção, relacionado ao procedimento, principalmente se houver infecção prévia não diagnosticada. É importante seguir as orientações médicas e realizar o acompanhamento adequado para minimizar qualquer risco.

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