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Secretário de Saúde vai prestar contas à Assembleia

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, presidida pelo Deputado Estadual Doutor Hércules, recebe nesta quarta-feira (03) o Secretário de Estado da Saúde, Dr. Tadeu Marino, para a prestação de contas do 3º quadrimestre de 2012 e 1º quadrimestre de 2013. O evento será realizado no plenário Dirceu Cardoso, às 15 horas.

Na oportunidade, os deputados presentes poderão verificar o andamento das ações realizadas pela Secretaria de Estado da Saúde e também cobrar do secretário, Dr. Tadeu Marino, melhorias na área.

A prestação de contas da Secretaria de Estado da Saúde na Assembleia Legislativa é uma determinação constitucional e deve ser feita anualmente. É na prestação de contas que o secretário Dr. Tadeu Marino apresenta o orçamento da pasta e detalha como os gastos vêm sendo realizados.

Ministério Público defende harmonia entre os Poderes

O procurador geral de Justiça, Eder Pontes, participou da sessão do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, na tarde desta quinta-feira (27), em que leu mensagem abordando a harmonia entre os Poderes. Destacou o chefe do Ministério Público Estadual que “a harmonia deve ser o centro das relações interinstitucionais, sem se descuidar do papel constitucional de cada ator desse cenário democrático”.

Eder Pontes lembrou que as atuações do Ministério Público e do Pode Judiciário encontram-se delimitadas na Constituição Federal. Ressaltou, porém, que as duas instituições defendem os mesmos objetivos: “A pacificação social, a defesa de políticas públicas de forma eficiente, o combate à corrupção e à criminalidade”.

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, agradeceu as palavras do procurador geral de Justiça e reafirmou o propósito do Poder Judiciário capixaba em estar de mãos dadas com o Ministério Público para melhorar as condições de vida da população:

“Reafirmamos nossa amizade, nossa parceria, nossa união. Com elas, quem ganha é a cidadania e quem perde são as pessoas que desrespeitam as leis”, disse Pedro Valls Feu Rosa.

Pós-graduação em outros países poderá ser aceita

Projeto de lei proposto pelo presidente da Comissão de Educação, deputado Da Vitória (PDT), com o endosso e assinatura dos colegas Gilsinho Lopes (PR), José Esmeraldo (PR), Rodrigo Coelho (PT), Marcos Mansur (PSDB) e Roberto Carlos (PT) prevê que a administração estadual poderá aceitar, em processos de seleção ou promoção para docentes e pesquisadores nas instituições estaduais de ensino, títulos de pós-graduação stricto sensu obtidos em cursos presenciais e regulamentados em universidades de países do Mercosul e Portugal.

O PL 198/2013 proíbe a administração pública estadual de negar efeito aos títulos e estabelece também que editais de concurso público para seleção de docentes e pesquisadores não poderão conter exigências que ferem a norma. O reconhecimento de títulos se limita a Portugal e os países membros do Mercosul, pois possuem tratados de reciprocidade acadêmica com o Brasil.

De acordo com justificativa do projeto, mais de 20 mil profissionais em todo o País ainda têm dificuldades para revalidação do diploma, sendo cerca de três mil profissionais só no Estado. Caso o projeto seja aprovado e sancionado pelo governador Renato Casagrande (PSB), caberá ao Poder Executivo regulamentar a lei no prazo de 90 dias.

“Será um ganho muito grande para a educação de nosso Estado, que passa a reconhecer a experiência de profissionais que se especializaram em outras nações. Hoje, quem se espacializa lá fora não tem esse mérito reconhecido. É uma triste realidade. Ganha o Espírito Santo, ganha a nossa educação”, sinalizou Da Vitória, que recebeu representantes do sistema educacional, no ano passado e este ano, que reivindicavam tal reconhecimento.

Em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa em 2012 , profissionais de educação e autoridades se queixaram da pouca oferta de vaga para pós-graduação em universidades federais brasileiras, uma das principais causas para “um número exorbitante de profissionais e estudantes que migram para outros países na busca de qualificação e conhecimento”, defende o texto do projeto.

Euclério Sampaio pede suspensão do contrato com a Rodosol e fim do pedágio

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Euclério Sampaio (PDT) fez a defesa do Projeto de Decreto Legislativo, de sua autoria, onde fica decretada a suspensão do contrato do Governo do Estado com a Rodosol e o fim da cobrança de pedágio na Terceira Ponte. A medida ganhou apoio de outros parlamentares, que assinaram o documento ainda na tarde desta segunda-feira (24).

O plenário ficou em completo silencio, enquanto o deputado apresentava os seus argumentos. Euclério Sampaio fez questão de destacar que não está oportunizando uma situação criada nesta segunda-feira pela Rodosol, a empresa que explora a cobrança do pedágio. Devido a cobrança manual, a Rodosol simplesmente parou Vitória e Vila Velha, deixando as duas cidades à mercê de sua vontade.

“Luto para acabar com o pedágio da Terceira Ponte há 10 anos”, destacou. O deputado do PDT ainda observou que a população está saindo às ruas, clamando por mudanças e que a Assembleia Legislativa não pode perder a oportunidade de mostrar para a sociedade de que está a favor do povo e de suas reivindicações.

JUSTIFICATIVA – Para justificar a suspensão do Contrato 01/1998 e suas alterações entre o Governo do Estado e a Rodosol, com a consequente extinção da cobrança do pedágio, Euclério Sampaio fez as seguintes justificativas: “Chegado o momento de instabilidade nacional onde a população quer retomar as rédeas e controle politico em todo Brasil, os movimentos chegaram em momento de grande insatisfação do povo com desmandos e corrupção dos políticos”.

“É uma exigência de toda população principalmente da região metropolitana, que nunca concordou com a cobrança lesiva do pedágio. Tanto que combatemos essa prática desde o nosso primeiro mandato. Já demos a nossa contribuição na CPI da Rodovia do Sol. E os arquivos da imprensa contêm cobranças nossas, onde exigimos imediato fim do contrato entre o Governo do Estado e a Rodosol”, prosseguiu.

A seguir o deputado argumentou: “A nossa exigência pelo fim imediato da cobrança do pedágio é antiga e não foi iniciada agora, com o caos que a Rodosol criou com a cobrança manual. O custo da manutenção da ponte não é argumento relevante, para se eternizar a cobrança injusta do pedágio. Até porque a maior parte dos custos se referem á manutenção dos funcionários, contratados exatamente para atuar no sistema de cobrança”.

E finalizou da seguinte forma: “É inadmissível que persista a cobrança de pedágio dentro do perímetro urbano da região metropolitana de Vitória. A existência de cabines de cobrança, além de se constituir um grave erro, considerando que os investimentos privados iniciais para a conclusão da Terceira Ponte já foram quitados, traz danosa contribuição para o bom fluxo de veículos, que são retidos para efetuar o pagamento”.

Alimentos orgânicos são mais caros em supermercados e empórios

{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2013/06/21/1_comida_saudavel-26232.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'51c4b13c3c7ed', 'cd_midia':26212, 'ds_midia_link': 'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2013/06/21/comida_saudavel-26212.jpg', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': ' Reprodução da web', 'ds_midia_titlo': 'alimentos saudáveis - orgânicos', 'cd_tetag': '3', 'cd_midia_w': '390', 'cd_midia_h': '260', 'align': 'Left'}Quando o assunto é alimentos orgânicos, um dos primeiros pontos que vem a cabeça é o preço alto desses produtos. Mas a realidade não é bem assim. “Precisamos desmitificar essa questão de o orgânico ser mais caro. Essa ideia se construiu ao longo do tempo, mas ele só é mais caro em alguns pontos de venda”, explica o gerente de agricultura orgânica da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Decimar Schultz.

O gerente reconhece que em supermercados e empórios os alimentos orgânicos são realmente mais raros que os convencionais. “Quando os produtos vão para as grandes lojas, há custos com funcionários, estocagem, logística e o lucro do dono do estabelecimento. Quando compramos em feiras livres, por outro lado, adquirimos por preços justos e direto do produtor”, reforça Schultz.

Só para se ter uma ideia, hortaliças como alface, couve, brócolis, alho porró, agrião e funcho (também chamado de erva doce) podem ser encontradas por R$ 1 cada um em feiras de produtos orgânicos da Grande Vitória. Já em supermercados, que nem sempre oferecem hortaliças orgânicas, um maço de brócolis chega a custar até R$ 2, e um pé de alface não sai por menos de R$ 1,50.

“Alguns alimentos orgânicos, como o tomate e a batata, podem até ser mais caros que os convencionais, pois são mais trabalhosos para produzir. Mas é importante lembrar que o conceito de agricultura orgânica envolve várias questões e não só o preço, envolve a não contaminação do solo e da água e mais qualidade de vida”, destaca do gerente da Seag.

{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2013/06/21/1_alface_mimosa-26220.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'51c4b13a93db4', 'cd_midia':26209, 'ds_midia_link': 'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2013/06/21/alface_mimosa-26209.jpg', 'ds_midia': 'alimentos saudáveis - orgânicos', 'ds_midia_credi': ' Reprodução da web', 'ds_midia_titlo': 'alimentos saudáveis - orgânicos', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '350', 'cd_midia_h': '303', 'align': 'Right'}A administradora Vanderlea Herzog, 32, é adepta dos orgânicos mas sente falta de mais locais para comprar. “Moro em Jardim Camburi e acho complicado ter que ir para outros bairros fazer feira. Aí acabo consumindo os convencionais mesmo. Mas sempre quando vou para a roça de meus familiares eu faço questão de trazer hortaliças orgânicas para casa”. Ela ainda conta que sua preocupação em consumir mais orgânicos aumentou quando ela virou mãe.

“Agora fico mais atenta e preocupada em oferecer uma alimentação saudável para meus três filhos pequenos”, frisa. A aposentada Marilde Santos Siqueira, 74, também reclama da falta de lugares para comprar esses tipos de produtos. “Se eu tivesse mais opções perto de casa, com certeza eu consumira somente orgânicos, mas como não tenho, acabo comprando os convencionais mesmo”.

“Consumir orgânicos é uma atitude sustentável, e quando você vai à feira e compra direto do produtor você está fortalecendo a agricultura familiar e contribuindo para que o trabalhador rural continue tendo condições de ficar no campo”, finaliza o gerente da Seag Decimar Schultz.

Alguns motivos para consumir alimentos orgânicos

1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas, como os agrotóxicos.

2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos.
4. Protege futuras gerações de contaminação química.
5. Evita a erosão do solo.
6. Protege a qualidade da água.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal.
8. Ajuda os pequenos agricultores.
9. Economiza energia na sua produção.
10. O produto orgânico é certificado, e sua qualidade é assegurada por um selo de certificação.
Fonte: Ambiente Brasil

Feiras livres orgânicas da Grande Vitória

Vitória

Feira de Barro Vermelho
Rua Arlindo Brás do Nascimento (atrás da Emescan)
Todos os sábados das 6h às 12h

Feira da Praça do Papa

Estacionamento da Praça do Papa (Enseada do Suá)
Todas as quartas-feiras das 17h às 21h

Vila Velha

Feira da Praia da Costa
Entre as ruas XV de Novembro e Henrique Moscoso (embaixo da Terceira Ponte)
Todos os sábados das 6h às 13h

Serra

Feira de Valparaíso
Estacionamento do antigo Serra Bela Clube (ao lado da biblioteca municipal)
Todas as terças-feiras das 17h às 21h

Feira de Serra Sede

Praça Ponto de Encontro
Todas as terças-feiras das 17h às 21h

Cariacica

Feira Agroecológica de Campo Grande
Praça John Kennedy (Praça do Parque Infantil)
Todos os sábados das 6h às 12h
(por Jheniffer Sodré – [email protected])

Senado aprova projeto do Ato Médico

O Plenário do Senado aprovou, ontem (18), o projeto do Ato Médico, que regulamenta a atividade médica, restringindo à categoria atos como a prescrição de medicamentos e o diagnóstico de doenças.

O projeto, que tramitou quase onze anos no Congresso e foi tema de 27 audiências públicas, segue agora para sanção presidencial.

Apresentado em 2002 pelo então senador Benício Sampaio, o projeto já saiu do Senado, em 2006, na forma de substitutivo da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), relatora na CAS.

Enviado à Câmara, foi modificado novamente e voltou ao Senado como novo substitutivo (SCD 268/2002), em outubro de 2009. Esse foi o texto que serviu de base ao aprovado nesta terça.

O projeto, na forma aprovada em Plenário, estabelece que são atividades exclusivas do médico cirurgias; aplicação de anestesia geral; in ternações e altas; emissão de laudos de exames endoscópicos e de imagem; procedimentos diagnósticos invasivos; exames anatomopatológicos (para o diagnóstico de doenças ou para estabelecer a evolução dos tumores).

Com as modificações aprovadas, não serão atividades exclusivas de médicos os exames citopatológicos e seus laudos; a coleta de material biológico para análises clínico-laboratoriais; e os procedimentos através de orifícios naturais em estruturas anatômicas visando à recuperação físico-funcional e não comprometendo a estrutura celular e tecidual.

Único a se posicionar contrariamente à matéria, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse não concordar com a ideia de se fixar uma lei para uma profissão tão dinâmica como a medicina. Em sua opinião, essa legislação corre o risco de ficar obsoleta em pouco tempo, já que a ciência médica está sempre em evolução.

“Há no Brasil uma fúria regulamentadora de profissões. Sei que há uma briga pel o mercado de trabalho entre diferentes profissões que deveriam trabalhar conjuntamente, mas essa divisão, no meu entender, não comporta uma legislação” protestou.

Já os senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Lúcia Vânia defenderam a proposta ressaltando a sua importância para a saúde pública e para os profissionais da área. Valadares, relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), destacou que, das 14 profissões da área da saúde, apenas a profissão de médico ainda não era regulamentada.

Lúcia Vânia, relatora do substitutivo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), observou que o Ato Médico não vai interferir em nenhuma das atribuições de outras profissões da saúde.

Durante a tramitação da proposta, profissionais dessas áreas manifestaram preocupação com o texto do projeto e solicitaram clareza para limitar a prescrição do médico à área médica e, assim, liberar a autonomia profissional de outras especialidades, com o fisioterapia, psicologia e enfermagem.

Estavam presentes no Plenário representantes da Federação Nacional dos Médicos, do Conselho Federal de Medicina, de sindicatos de diversos estados, da Associação Médica Brasileira e de diretórios estudantis de faculdades de medicina do Distrito Federal, Goiás e Presidente Prudente (SP).

(Agência Congresso com informações da Agência Senado)