Ir a uma Copa do Mundo é uma experiência única para quem gosta da atmosfera que o futebol proporciona. E viajar em grupo torna tudo ainda mais especial. O Mundial reúne torcedores de diferentes partes do planeta e oferece muito mais do que os jogos: é uma oportunidade de conhecer novos destinos, entrar em contato com outras culturas e sentir de perto a energia que só uma Copa é capaz de proporcionar.
A empresária Rachel Maximo, de 46 anos, está entre os capixabas que vão acompanhar os próximos dois jogos da Seleção Brasileira no Grupo C, contra Haiti e Escócia. Ela já viveu essa experiência em 2018, na Rússia, ao lado de um grupo de amigos. Desta vez, porém, a viagem aos Estados Unidos tem um significado ainda mais especial: proporcionar ao filho, Francisco, a oportunidade de vivenciar o torneio de perto.
“Para mim, existe um significado muito especial em poder mostrar a ele essa experiência: a alegria da Copa do Mundo, a convivência entre diferentes culturas, conhecer novos pontos turísticos, passear com os amigos e a emoção de torcer pelo Brasil em um evento tão grandioso”, afirmou.

Em relação ao planejamento da viagem, Rachel explica que acompanhar apenas a fase de grupos facilita a organização. As incertezas surgem caso a Seleção avance para o mata-mata.
“Você já sabe onde os jogos vão acontecer e consegue organizar passagens, hotéis e deslocamentos com antecedência. O maior desafio está na segunda fase, porque você não sabe exatamente para qual cidade precisará ir e pode ter que adaptar toda a logística da viagem. Você torce para o Brasil e para a sua viagem dar certo”, brincou.
A expectativa também é grande para vivenciar o ambiente característico do Mundial, marcado pelo encontro entre torcedores de diferentes nacionalidades.
“Encontrar torcedores do mundo inteiro, sem dúvida. E também ver a torcida brasileira, que é sempre muito animada, calorosa e faz uma festa especial em qualquer lugar do mundo”, disse.

Para ela, acompanhar a Seleção Brasileira presencialmente em uma Copa do Mundo é uma emoção difícil de descrever.
“Estar presente, cantar o hino, vestir a camisa e representar o Brasil nas arquibancadas é algo muito especial. Você sente a energia e a alegria de todos os torcedores que estão vivendo aquele momento com você”, destacou.
Mesmo diante dos resultados recentes da Seleção, Rachel mantém o otimismo para a disputa de 2026. A expectativa do grupo é acompanhar mais uma campanha marcante do Brasil.
“Somos brasileiros e a esperança é a última que morre. O Brasil entra em qualquer Copa como um dos grandes favoritos, e a torcida sempre acredita que é possível chegar longe. Nossa esperança é ver a Seleção fazer grandes partidas e ir em busca do título”, concluiu.









