O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), participou do Fórum Capixaba de Segurança Pública, na manhã desta sexta-feira (11), e enalteceu um trabalho que coloca Vitória como exemplo nacional: “Conseguimos reduzir em quase 50% o número de mortes violentas. Passamos 75 dias sem homicídios e feminicídios. É a primeira vez que uma capital brasileira atinge esse marco”, afirmou.
Pazolini destacou que o avanço da cidade no combate à violência não se resume apenas aos índices de homicídios, destacando 42% de redução nas mortes no trânsito. E disse que a receita existe e está sobre três pilares fundamentais: valorização dos profissionais da segurança pública, educação de tempo integral e assistência social efetiva.
“Trouxemos os melhores instrumentos tecnológicos, promovemos um ambiente de cooperação institucional com o Ministério Público, o Poder Judiciário e as forças policiais. E isso fez toda a diferença”, pontuou.
Pazolini também destacou a expansão das escolas de tempo integral, de 4 para 41, como uma das principais ações de prevenção. “Estamos tirando jovens da vulnerabilidade, da mão de obra do tráfico, e colocando-os em formação integral. É um projeto que transforma. Com assistência social, qualificação profissional e apoio real às famílias, conseguimos mudar vidas. Esse modelo é replicável e este fórum é um passo importante para expandi-lo por todo o país”, finalizou o prefeito.
Marcelo Santos defende policiais

Durante sua fala no Fórum Capixaba de Segurança Pública, realizado na manhã desta quinta-feira (11), em Vitória, O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), defendeu as forças de segurança pública e criticou a “criminalização dos agentes da lei”. “Se atirar contra um bandido, o agente de segurança terá todo o apoio da Assembleia Legislativa. Não queremos ver neste Brasil um líder que passa a mão na cabeça de bandido”.
Marcelo Santos aproveitou a ocasião para reafirmar que a segurança pública é um tema sensível e prioritário para os capixabas. Ressaltando, principalmente, os profissionais da segurança pública. “Não vou permitir que as pessoas criminalizem vocês, que estão protegendo a gente enquanto dormimos ou estamos com nossas famílias. Há uma inversão de papéis no Brasil: o bandido virou vítima. Se esquecem dos pobres e miseráveis que são assaltados, das famílias destruídas por criminosos. Um moleque de 16 anos hoje pode estuprar, matar e ainda é protegido por uma legislação falha. Isso precisa mudar”, disparou Marcelo.










