O Palácio Domingos Martins, sede da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, está passando por uma manutenção de grande porte e, a partir de segunda-feira (16), a parte da torre legislativa será interditada para uma ampla reforma, afetando os gabinetes parlamentares.
Durante o período de interdição, não informado pela assessoria de comunicação da Ales, os servidores dos gabinetes parlamentares trabalharão em regime de teletrabalho, com suporte de equipamentos e acesso a sistemas em nuvem, garantindo o funcionamento contínuo do Poder Legislativo. Os setores administrativos não sofrerão alterações e as sessões parlamentares continuarão acontecendo normalmente.
A obra, consideradas essencial para garantir a segurança de todos que utilizam o prédio, desde servidores e deputados até o público em geral, inclui a modernização de diversas áreas do edifício, como os sistemas elétricos, hidráulicos, de ar-condicionado e combate a incêndios, que apresentam sinais de desgaste e obsolescência. Uma das ações mais urgentes é a modernização dos elevadores, que receberão um sistema sonoro de última geração, garantindo acessibilidade total para pessoas com deficiência visual.
Também será realizada a instalação de divisórias piso-teto nos gabinetes e nas comissões temáticas, o que melhorará a acústica e proporcionará um ambiente de trabalho mais silencioso. O plenário, que tem enfrentado falhas técnicas frequentes, também será alvo de intervenções para garantir que as sessões ocorram sem interrupções.
A troca de mobiliário antigo por peças modernas e funcionais é outra parte importante do projeto, assim como a padronização visual dos ambientes, com foco em uma identidade mais moderna e sóbria. Além disso, as obras preveem a substituição de lâmpadas fluorescentes por LED, com o objetivo de reduzir o consumo de energia e os custos operacionais, alinhando a Ales às práticas de sustentabilidade.
O projeto também tem como meta a modernização dos pisos, que serão trocados por materiais que oferecem maior conforto térmico e são mais fáceis de manter. O forro de gesso será substituído por placas modulares de fibra mineral, que são mais duráveis e facilitam futuras manutenções.
Além dessas melhorias, a impermeabilização da laje é uma etapa crucial para resolver problemas de vazamentos e preservar a estrutura do edifício. Todas as obras estão sendo realizadas com base nos princípios da economicidade e transparência, seguindo um cronograma que busca minimizar os impactos nas atividades legislativas.
“A Assembleia Legislativa reforça seu compromisso com a gestão responsável dos recursos públicos e a busca pela excelência na prestação de serviços à sociedade, promovendo um ambiente de trabalho que respeite e valorize a sustentabilidade, preparando-se para o futuro, e garantindo que sua sede seja um espaço moderno, eficiente e a serviço do povo capixaba”, diz texto divulgado pela assessoria de comunicação da Assembleia.









