Durante audiência pública da Comissão Temporária de Reforma do Código Penal do Senado, esta semana, o ex-secretário de Justiça do Estado, Ângelo Roncalli, defendeu que o preso primário deva ficar em estrutura prisional muito mais simples do que um preso de alta periculosidade. À época em que Roncalli foi secretário, no entanto, detentos que cumpriam pena por crimes de menor potencial dividiam o mesmo espaço que presos que haviam cometido crimes hediondos. É o mais claro exemplo clichê “faça o que digo, não faça o que fiz”.
Faça o que digo
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