Microempreendedores Individuais (MEIs) de Colatina têm sido alvo de uma sequência de golpes praticados por criminosos que utilizam mensagens via WhatsApp, e-mail e ligações telefônicas para induzir vítimas ao pagamento de boletos falsos. As fraudes simulam cobranças de débitos, declarações em atraso ou pendências financeiras, levando muitos empreendedores a acreditar que correm o risco de ter o CNPJ cancelado.
De acordo com a Sala do Empreendedor de Colatina, esse tipo de golpe tem se tornado cada vez mais frequente. Nas abordagens, os criminosos informam a existência de supostas irregularidades e encaminham links ou boletos falsos para que a vítima realize o pagamento.
Segundo o órgão, muitos empreendedores não verificam quem é o beneficiário do pagamento nem conferem se o endereço eletrônico pertence aos canais oficiais, como o Portal do Empreendedor ou o sistema Regularize. Após quitar o boleto fraudulento, procuram a Sala do Empreendedor para esclarecer a situação e descobrem que a pendência continua existindo, já que o pagamento foi direcionado aos golpistas.
A Sala do Empreendedor informa que todos os MEIs recebem orientações sobre esse tipo de fraude no momento da formalização do CNPJ. O órgão ressalta que não envia mensagens de cobrança, boletos ou links para regularização de débitos.
As únicas mensagens encaminhadas pela Sala do Empreendedor têm caráter informativo e tratam da divulgação de novos serviços, serviços disponíveis, além de convites para oficinas, palestras, cursos e eventos promovidos pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Para evitar prejuízos, a orientação é que os boletos do MEI sejam emitidos exclusivamente pelos canais oficiais: Portal do Simples Nacional, aplicativo MEI ou atendimento presencial na Sala do Empreendedor.
Em caso de dúvida, antes de efetuar qualquer pagamento, a recomendação é entrar em contato com a equipe da Sala do Empreendedor pelos telefones (27) 99630-3264 e (27) 3721-8070. O órgão também orienta os empreendedores a desconfiarem de mensagens que solicitem pagamentos, evitar clicar em links recebidos por WhatsApp, e-mail ou SMS sem verificar a origem e buscar confirmação pelos canais oficiais antes de qualquer procedimento.










