O diretor financeiro da Assembleia Legislativa do Espirito Santo (Ales), Eder Botelho da Fonseca, foi exonerado nesta segunda (21), segundo comunicado divulgado nesta tarde pela própria Ales. O diretor perdeu o cargo após ter seu nome envolvido na Operação Derrama, juntamente com o presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), e sua esposa, Norma Ayub (DEM), ex-prefeita de Itapemirim.
Operação Derrama: diretor financeiro da Ales é exonerado nesta segunda (21)
Zé Carlos Elias diz que inclusão de seu nome na Operação Derrama foi “confusão”
Confusão por mistura de fatos ocorridos em Aracruz foi à justificativa dada pelo deputado estadual José Carlos Elias (PTB) para ter seu nome incluído na Operação Derrama, comandada pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e a Corrupção (Nurocc). O município foi o pivô das investigações.
Por meio de nota, o parlamentar se disse “surpreso com a inclusão de seu nome na chamada Operação Derrama e atribui isso a uma confusão provocada pela mistura de fatos supostamente ocorridos em Aracruz envolvendo a empresa CMS – Consultoria e Serviços S/S LTDA, que prestou serviços de recuperação de créditos durante sua gestão”.
O advogado de Elias, Gustavo Varella, confirmou que Linhares, na gestão do parlamentar em 2007, firmou contrato com a CMS para junto à Agencia Nacional de Petróleo aumentar a arrecadação de royalties do petróleo e gás natural. Na ocasião, houve dispensa de licitação, mas foi autorizada pela Comissão Permanente de Licitação. Inclusive, este procedimento era permitido pelo Tribunal de Contas do Espírito Santo (TCES).
Varella pontuou que a atuação da empresa investigada teve resultado “positivo” e a receita aumentou “vertiginosamente” de R$ 3 milhões para R$ 10 milhões por mês, isso de 2007 a dezembro de 2012.
A nota ainda destaca que “a assinatura do contrato e do aditivo foi feito exclusivamente pela Secretária Municipal de Finanças Analice Gobeti Pianissoli, muito embora tenha (o parlamentar) como gestor, acompanhado e fiscalizado os atos de gestão praticados pelos seus Secretários”. Analice esta entre as pessoas presas.
Segundo Varella, o primeiro contrato foi em 2007 com duração de 12 meses e aditado no final do ano, prevendo o pagamento de honorários à CMS somente na hipótese de resultado positivo decorrente de sua atuação. Não soube especificar valores e quando foi encerrado, mas informou que em 2009 o mesmo foi ativado já na gestão do ex-prefeito Guerino Zanon (PMDB). “A única coisa que houve foi uma confusão. Não existe fiscal achacando empresas, igual supostamente houve em Aracruz”, argumentou.
“As contas de José Carlos Elias foram submetidas à apreciação do Tribunal de Contas e aprovadas por unanimidade, fazendo menção a esse contrato”, destacou o advogado Gustavo Varella. “Na época, a contratação por dispensa de licitação era permitido, tanto que o Tribunal aprovou”, complementou.
O deputado petebista irá, na próxima terça-feira (22), prestar esclarecimentos ao delegado à frente da operação, Jordano Bruno.
Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS
O governo está aos poucos substituindo quem negocia com os estudantes: o secretário André Garcia (Ações Estratégicas) foi o escolhido. Ontem e hoje Os estudantes questionam o fato de, no passado, o PT ter sido um partido de extrema militância política, o que tiraria a propriedade do vice-governador, Givaldo Vieira, de questionar a ação dos militantes de hoje. Porta fechada Renato Casagrande (PSB) não deve, mesmo, receber o movimento estudantil.
O medo é que ao ceder, outras categorias passem a fazer manifestos com a intenção de serem recebidas pelo governador. Faz sentido. Novo encontro O governo fará uma nova reunião com líderes de grêmios estudantis na sede da Secretaria de Estado dos Transportes no dia 27, às 17h. De pombal a galinheiro Endividado, o ex-deputado estadual Jardel dos Idosos (PSL) vendeu seus 600 pombos para um deputado estadual. ?Por ser parte do contrato?, o ex-parlamentar não revela o nome do santo (?), mas garante que uma parte da negociação foi em dinheiro e a outra, vejam só, em um matadouro de galinhas do pé fino. Henrique na berlinda PTN, PTB, PSC, PV, PDT, PR, PHS e PT do B de São Gabriel da Palha se reúnem neste sábado (18) para discutir o endosso, ou não, à pré-candidatura do deputado estadual Henrique Vargas (PRP) à prefeitura do município no ano que vem.
Marcha das opiniões Sobre a Marcha da Maconha, que ocorre neste sábado, em Vitória, o vereador de Vila Velha João Batista, o Babá do PT, acha que os dependentes precisam de tratamento. Colega de parlamento, Almir Neves (PRP) diz que se fizerem um movimento desses no município canela-verde, realiza outro, em favor da família, no mesmo dia.
Direitos As mudanças na Lei de Direitos Autorais é tema de audiência pública que a Câmara de Vereadores de Vitória realiza na próxima segunda (20), às 18h. Entre os debatedores estão Magdalena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Minas Gerais (Sated/MG), e Eduardo Salles Pimenta, doutorando em Direito.
Prestígio O governador Casagrande, secretários de Estado e a nata do empresariado capixaba esteviveram ontem, em um cerimonial da ilha, na despedida de Lucas Izoton, que deixa a presidência da Findes na próxima semana, e passa a faixa para o sucessor, Marcos Guerra. DEU NO TWITTER @josiasdavitoria | Deputado estadual pelo PDT, presidente da Comissão de Educação da Assembleia ?Alguns estudantes têm reivindicações legítimas, e não podemos nos furtar da nossa obrigação em discutir o assunto.?
Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS
As novas prisões decretadas nesta terça-feira (15), durante os desdobramentos da Operação Derrama, foram solicitadas pela polícia à Justiça, devido o que foi encontrado nos documentos apreendidos na sede da empresa CMS Assessoria e Consultoria LTDA, na casa dos proprietários da empresa – Claudio Mucio Salazar e Claudio Mucio Salazar Filho -, e nas prefeituras, em dezembro passado.
Segundo a decisão do Juiz Marcelo Loureiro, que decretou a prisão de 26 pessoas, os documentos apontavam semelhança nas irregularidades nos contratos, que lesaram os cofres dos municípios. Os advogados presos poderão cumprir em regime domiciliar, sob escolta policial.
Na primeira etapa da operação, em 27 de dezembro de 2012, o delegado responsável pela operação, Jordano Leite, explicou que havia parcelas mensais, na ordem de R$ 400 mil, a serem pagos para a CMS a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50. O escritório (CMS) tinha que receber ainda que o município não recebesse, expondo o município a um risco gravíssimo”, destacou Leite, na ocasião.
Segundo o juiz, “a participação dos prefeitos de cada um dos municípios foram essenciais para que o agigantamento dos trabalhos, lucro e influência da referida pessoa jurídica, sempre por meio de dispensa licitatória”, descreveu em sua decisão. Ainda na decisão, Loureiro afirma que havia conluio entre Claudio Mucio e Claudio filho com os prefeitos, procuradores municipais e secretários de Fazenda para a contratação da CMS.
Um dos exemplos foi a declaração da secretária de gabinete do ex-prefeito Ademar Devens, de Aracruz, Ilza Carvalho Fernandes, dando conta de reuniões com a participação do prefeito, com intuito de contratar a CMS. E ainda que Durval Valentin do Nascimento Blank, Marcelos Ribeiro de Freitas, Cleverson Mattiuzzi, Valter Rocha Loureiro atuavam em favor da empresa de assessoria e consultoria.
Nas casas dos empresários foram encontrados documentos públicos vinculados às atividades de fiscalização tributária de vários municípios, o que apontou um acesso irrestrito e ilimitado de Claudio e Claudio Filho a dados do poder tributário. “O que expõe um veículo associativo promíscuo e danoso à própria governabilidade dos municípios envolvidos e insegurança jurídica e social aos contribuintes e cidadãos em geral, sujeitos a toda sorte de barganhas e cooptações inerentes e obrigações fiscais”, destacou o magistrado em sua decisão.
Durante a investigação o Nuroc revelou à Justiça que encontrou dificuldades por parte dos servidores das cidades investigadas, incluindo a destruição de provas das ilicitudes. Outras informações policiais e que apontou mais um indício das fraudes foi o enriquecimentos dos sócios da CMS. Nos anos de 2010 e 2011, os delegados da Polícia Civil constataram evolução patrimonial exorbitante – “típica evidência de lavagem de dinheiro”, conforme aponta inquérito policial.
A polícia solicitou à Justiça a prisão dos envolvidos, com receio da destruição de provas contra eles.
Saiba a relação da empresa com os municípios:
CMS x Aracruz
Recebia cerca de R$400 mil por mês a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50”, disse.
CMS x Linhares
A empresa, por meio de contratação direta, assinada pela secretária de Finanças, Analice Gobeti, em 2007, com valor de R$ 8 mil e honorários de risco, que seriam devidos quando da recuperação de receitas, com entrada comprovada nos confres municipais. De acordo com o Tribunal de Contas do Espírito Santo, o ex-prefeito Guerino Zanon informou ter pago nos anos de 2007, 2008, 2010 e 2011 o valor total de R$ 4.389.204,49.
CMS x Guarapari
O contrato original entre a prefeitura e a empresa foi celebrado em 26 de junho de 2007, visando a consultoria e o assessoramento tributário/fiscal, no escopo de recolher Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), sobre atividades ligadas à indústria do petróleo e gás natural. Não houve licitação e o pagamento era na proporção de 0,99% da medida administrativa definida pela prefeitura. O prefeito contratou a empresa, contrariando a decisão do procurador, que indeferiu em parecer jurídico, em 14 de julho de 2011.
CMS x Anchieta
Em 1999 e 2000 o auditor fiscal da Prefeitura de Vitória, Claudio Mucio Salazar Pinto foi contratado – como pessoa física – para prestar o mesmo serviço de consultoria e assessoria pelo então prefeito, Moacyr Carone. Dois anos depois, Carone fez novo contrato, porém, desta vez, com Claudio por meio da empresa CMS Assessoria e Consultoria S/C LTDA, para a elaboração do Código Tributário Municipal. O valor do contrato foi de R$ 25,9 mil.
CMS x Jaguaré
Em 2006, com o parecer favorável do procurador geral, Solimar Gaugher, o então prefeito Rogério Feitani firmou contrato com a CMS (067/2006), também com o objetivo de recuperação de receitas. O contrato também era no valor superior a R$ 4 milhões. Naquele mesmo ano, em 28 de junho, firmou o primeiro aditivo contratual, incluindo atividades de recuperação de receita do IPTU e revisão de DOT’s na divisão do ICMS das empresas exploradoras de petróleo e gás natural. O contrato foi prorrogado até 31 de dezembro de 2007.
CMS x Marataízes
Firmado em 03 de novembro de 2003, objetivando a consultoria e assessoramento tributário/fiscal, para recolher ISSQN, quando incidente sobre atividades econômicas ligadas à indústria de petróleo e gás natural. O valor do contrato era de R$ 12 mil. A polícia apurou que o município repassou à CMS R$ 319.862,44.
Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS
As novas prisões decretadas nesta terça-feira (15), durante os desdobramentos da Operação Derrama, foram solicitadas pela polícia à Justiça, devido o que foi encontrado nos documentos apreendidos na sede da empresa CMS Assessoria e Consultoria LTDA, na casa dos proprietários da empresa – Claudio Mucio Salazar e Claudio Mucio Salazar Filho -, e nas prefeituras, em dezembro passado.
Segundo a decisão do Juiz Marcelo Loureiro, que decretou a prisão de 26 pessoas, os documentos apontavam semelhança nas irregularidades nos contratos, que lesaram os cofres dos municípios. Os advogados presos poderão cumprir em regime domiciliar, sob escolta policial.
Na primeira etapa da operação, em 27 de dezembro de 2012, o delegado responsável pela operação, Jordano Leite, explicou que havia parcelas mensais, na ordem de R$ 400 mil, a serem pagos para a CMS a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50. O escritório (CMS) tinha que receber ainda que o município não recebesse, expondo o município a um risco gravíssimo”, destacou Leite, na ocasião.
Segundo o juiz, “a participação dos prefeitos de cada um dos municípios foram essenciais para que o agigantamento dos trabalhos, lucro e influência da referida pessoa jurídica, sempre por meio de dispensa licitatória”, descreveu em sua decisão. Ainda na decisão, Loureiro afirma que havia conluio entre Claudio Mucio e Claudio filho com os prefeitos, procuradores municipais e secretários de Fazenda para a contratação da CMS.
Um dos exemplos foi a declaração da secretária de gabinete do ex-prefeito Ademar Devens, de Aracruz, Ilza Carvalho Fernandes, dando conta de reuniões com a participação do prefeito, com intuito de contratar a CMS. E ainda que Durval Valentin do Nascimento Blank, Marcelos Ribeiro de Freitas, Cleverson Mattiuzzi, Valter Rocha Loureiro atuavam em favor da empresa de assessoria e consultoria.
Nas casas dos empresários foram encontrados documentos públicos vinculados às atividades de fiscalização tributária de vários municípios, o que apontou um acesso irrestrito e ilimitado de Claudio e Claudio Filho a dados do poder tributário. “O que expõe um veículo associativo promíscuo e danoso à própria governabilidade dos municípios envolvidos e insegurança jurídica e social aos contribuintes e cidadãos em geral, sujeitos a toda sorte de barganhas e cooptações inerentes e obrigações fiscais”, destacou o magistrado em sua decisão.
Durante a investigação o Nuroc revelou à Justiça que encontrou dificuldades por parte dos servidores das cidades investigadas, incluindo a destruição de provas das ilicitudes. Outras informações policiais e que apontou mais um indício das fraudes foi o enriquecimentos dos sócios da CMS. Nos anos de 2010 e 2011, os delegados da Polícia Civil constataram evolução patrimonial exorbitante – “típica evidência de lavagem de dinheiro”, conforme aponta inquérito policial.
A polícia solicitou à Justiça a prisão dos envolvidos, com receio da destruição de provas contra eles.
Saiba a relação da empresa com os municípios:
CMS x Aracruz
Recebia cerca de R$400 mil por mês a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50”, disse.
CMS x Linhares
A empresa, por meio de contratação direta, assinada pela secretária de Finanças, Analice Gobeti, em 2007, com valor de R$ 8 mil e honorários de risco, que seriam devidos quando da recuperação de receitas, com entrada comprovada nos confres municipais. De acordo com o Tribunal de Contas do Espírito Santo, o ex-prefeito Guerino Zanon informou ter pago nos anos de 2007, 2008, 2010 e 2011 o valor total de R$ 4.389.204,49.
CMS x Guarapari
O contrato original entre a prefeitura e a empresa foi celebrado em 26 de junho de 2007, visando a consultoria e o assessoramento tributário/fiscal, no escopo de recolher Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), sobre atividades ligadas à indústria do petróleo e gás natural. Não houve licitação e o pagamento era na proporção de 0,99% da medida administrativa definida pela prefeitura. O prefeito contratou a empresa, contrariando a decisão do procurador, que indeferiu em parecer jurídico, em 14 de julho de 2011.
CMS x Anchieta
Em 1999 e 2000 o auditor fiscal da Prefeitura de Vitória, Claudio Mucio Salazar Pinto foi contratado – como pessoa física – para prestar o mesmo serviço de consultoria e assessoria pelo então prefeito, Moacyr Carone. Dois anos depois, Carone fez novo contrato, porém, desta vez, com Claudio por meio da empresa CMS Assessoria e Consultoria S/C LTDA, para a elaboração do Código Tributário Municipal. O valor do contrato foi de R$ 25,9 mil.
CMS x Jaguaré
Em 2006, com o parecer favorável do procurador geral, Solimar Gaugher, o então prefeito Rogério Feitani firmou contrato com a CMS (067/2006), também com o objetivo de recuperação de receitas. O contrato também era no valor superior a R$ 4 milhões. Naquele mesmo ano, em 28 de junho, firmou o primeiro aditivo contratual, incluindo atividades de recuperação de receita do IPTU e revisão de DOT’s na divisão do ICMS das empresas exploradoras de petróleo e gás natural. O contrato foi prorrogado até 31 de dezembro de 2007.
CMS x Marataízes
Firmado em 03 de novembro de 2003, objetivando a consultoria e assessoramento tributário/fiscal, para recolher ISSQN, quando incidente sobre atividades econômicas ligadas à indústria de petróleo e gás natural. O valor do contrato era de R$ 12 mil. A polícia apurou que o município repassou à CMS R$ 319.862,44.
Batata doce é o carboidrato ideal para emagrecer
Muitas dietas pregam o corte de carboidratos da alimentação para emagrecer de forma mais rápida. Mas esses alimentos são responsáveis por dar energia, por isso não devem ser eliminados da dieta, especialmente se você malha. Se a ideia é perder peso, invista em carboidratos “do bem”, como a batata doce.
Queridinho de fisiculturistas e atletas, esse tipo de batata não é recomendado apenas para quem pratica alguma atividade física, mas também para quem deseja emagrecer. “Ela tem um baixo índice glicêmico, ou seja, a energia contida nela é liberada gradualmente no organismo, aumentando a sensação de saciedade”, explica a nutricionista Elaine Fontes.
Além disso, segundo a nutricionista Renata Fidelis, a batata doce apresenta maior teor de vitamina A e de cálcio do que a batata normal. “Ela também é fonte de vitamina C, fósforo e potássio, o que garante mais energia para o metabolismo”, acrescenta.
Elaine Fontes afirma que a vitamina A é antioxidante, portanto o consumo do alimento é ótimo para quem pratica alguma atividade física. “Quando a pessoa está correndo, por exemplo, ela libera radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce, e essa vitamina na composição da batata tem um componente que impede isso”, declara.
Com apenas 116 calorias a cada 100 gramas, a batata doce costuma ser associada ao frango para potencializar o rendimento do treino. “O frango é uma proteína de alto valor biológico, portanto o ideal é comê-lo com a batata doce duas horas depois do treino para ter o benefício”, explica Fontes.
As nutricionistas ressaltam que a batata deve ser cozida, assada, na sopa ou como purê e ingerida duas vezes por semana. “Pode comer o frango e a batata doce duas vezes por semana e buscar outros alimentos com índice glicêmico baixo”, completa.



