Se não fosse a intercessão de Nossa Senhora da Penha, a Fabiola Pereira Leão Loureiro, não estaria aqui. Isso mesmo, quem alcançou a graça foi seu pai, Manoel Leão, quando era um bebê. Ela relata que seu pai quando nasceu, não tinha um bom desenvolvimento. “Ele era muito fraco e magrinho, não se desenvolvia bem e sempre estava doente. Meus avós se preocupavam muito com a saúde ele”.
De acordo com Fabíola, seus avós não eram muito de igreja, mas ver o filho doente, acendeu a chama da fé. “Meu avô era militar e um homem muito rude, mas quando ele percebeu a gravidade do problema, que o filho estava desenganado pelos médicos, tomou uma decisão”.
Os avós de Fabíola moravam na Praia do Suá e, naquela época, os prédios não existiam ainda. E foi de casa que ele avistou o Convento. “Meu avô pegou o filho no colo e pediu a Nossa Senhora da penha pela vida de papai e disse que a partir daquele momento, a mãe de Jesus, seria a madrinha do Manoel, e que ela cuidasse dele”.
Depois desse pedido feito por um pai a Nossa Senhora, o pequeno Manoel mudou, começou a se desenvolver. “Meu pai é muito grato a Nossa Senhora, tanto que a chama até hoje de madrinha. Também sou muito grata a Nossa Senhora da penha, graças a intercessão dela, junto ao filho Jesus, eu estou aqui”.
Seu Manoel é um devoto e foi romeiro. Hoje já não consegue mais participar da romaria e se emociona muito nos dias dos festejos de sua dinda, a Mãe das Alegrias!