Um dos maiores representantes da cena eletrônica mundial, Alok tem data marcada para vir ao Espírito Santo. Neste sábado (4) o DJ se apresenta no verão do P12 Guarapari e promete ferver a pista de dança do maior espaço de entretenimento do Estado. Além dele, a noite terá ainda o destaque do forró Henry Freitas, dono de hits como “Me Bloqueia” e “Novinha Bandida”.
Os ingressos estão à venda através do site https://q2ingressos.com.br/events/p12-guarapari-alok-henry-freitas-parador e nos pontos físicos Move On (Shopping Vitória), Dani Marchese Semi Joias (Guarapari) e Country Ville (Cariacica)
Mestre das batidas e fenômeno global
Nascido em uma família de fortes raízes musicais, Alok é um dos artistas brasileiros mais influentes no mundo, com mais de 25,9 milhões de ouvintes mensais no Spotify e o sul-americano melhor posicionado no ranking da conceituada DJ Mag (ocupando atualmente o quarto lugar).
O artista tem em sua criação as batidas eletrônicas das festas nas quais seus pais, Ekanta e Swarup, se apresentavam. Da primeira vez que tocou profissionalmente, aos 12 anos de idade, passando pelo projeto LOGICA com seu irmão gêmeo, Bhaskar, até hoje, Alok vem acumulando prêmios e honrarias. Com “Hear Me Now” (parceria com Zeeba e Bruno Martini), ele fez história no cancioneiro nacional, transformando-a na primeira música brasileira a figurar no top 50 global do Spotify com mais de 500 milhões de audições, em 2021.
Ao lançarem o álbum “O Futuro É Ancestral”, em abril de 2024, Alok e músicos de oito etnias indígenas brasileiras marcaram uma nova fase artística que tem chamado a indústria fonográfica e a sociedade a ouvir as vozes da floresta. O trabalho resultante de mais de 500 horas de estúdio e nove faixas é um testemunho da resiliência do patrimônio indígena e seu papel crucial em nossa jornada coletiva de reconexão com a natureza e construção de um futuro sustentável.
O projeto é uma cooperação do Instituto Alok junto à UNESCO para a “Década Internacional das Línguas Indígenas” e já esteve na semana que antecede a abertura da “Climate Week”, no prédio das Nações Unidas de Nova York e foi, por duas vezes, convidado a performar no horário nobre do Global Citizen (evento transmitido ao vivo para o mundo inteiro e que tem como objetivo acabar com a miséria extrema do mundo até 2030).









