Luto prolongado já atinge uma em cada dez pessoas. Reconhecido como transtorno mental, situação compromete trabalho e relações
pessoais após perdas significativas; em mortes violentas, índice chega a 50%.
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O tema ganhou ainda mais relevância nos últimos anos após a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluir o transtorno de luto prolongado na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). A condição é caracterizada pela persistência de sofrimento intenso após uma perda significativa, comprometendo a capacidade da pessoa de retomar aspectos importantes da vida cotidiana.
Embora não existam dados epidemiológicos oficiais consolidados sobre a prevalência exata do Transtorno do Luto Prolongado (TLP) específicos para o Brasil ou para o Espírito Santo, estudos internacionais de referência apontam que entre 2,5% e 10% das pessoas que enfrentam uma perda significativa desenvolvem o luto prolongado.









