Resistência negra no ES: o legado além do queimado. Movimentos como a Insurreição do Queimado e revoltas em São Mateus e Itapemirim revelam uma luta pautada por estratégias de guerrilha e resistência intelectual.
Leia a edição completa aqui.
Neste 13 de maio o Brasil recorda o momento histórico da Abolição da Escravatura. No Espírito Santo, porém, a data não é lida apenas como um gesto de caneta imperial, mas como o ápice de séculos de insurgência.
Longe de ser um processo passivo, a abolição em terras capixabas foi escrita com sangue em solo serrano, estratégias de guerrilha no norte do estado e uma resistência intelectual que ecoava nos jornais da capital. Para entender essas “camadas” da liberdade, mergulhamos nas trajetórias de heróis locais, muitas vezes silenciados pela historiografia oficial, mas preservados pela memória oral e pelos fragmentos de arquivos documentais.









