A “revolução” ambiental do sururu no Espírito Santo. A valorização das conchas pode reduzir a extração mineral em pedreiras, diminuindo significativamente as emissões de gás carbônico.
Leia a edição completa aqui.
No Mangue Seco, região de Porto Santana, em Cariacica, um problema ambiental virou oportunidade: toneladas de cascas de sururu que antes poluíam o manguezal agora geram renda para marisqueiras e dão origem a um insumo agrícola sustentável. A mudança começa pela rotina de mulheres como Carla Moraes, de 38 anos, marisqueira há mais de duas décadas. “Comecei cedo e segui na profissão. Hoje vejo esse trabalho de outra forma”, afirma.









