A construção civil segue como um dos motores da economia do Espírito Santo. Segundo mapeamento do Observatório Findes e levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Espírito Santo (Sinduscon-ES), o setor movimenta entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões por ano no Estado, injeta R$ 4 bilhões líquidos na economia local via salários, tributos e insumos, e gera mais de 72 mil empregos formais. Responsável por aproximadamente 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB) capixaba, o setor é apontado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) como peça central para viabilizar os R$ 138 bilhões em investimentos públicos e privados projetados para o Espírito Santo até 2029.
Nesse cenário, a trajetória da Javé Construtora ilustra a escala que players privados do setor têm alcançado no Estado. A empresa completa 21 anos em agosto sob o comando do CEO José Luiz Nunes e, segundo dados divulgados pela companhia, já movimentou mais de R$ 2 bilhões em vendas ao longo de sua história, entregou 19 empreendimentos, mantém oito torres em construção e soma mais de 230 mil metros quadrados construídos — números que, de acordo com a empresa, já colocaram mais de 1.000 famílias em imóveis assinados pela marca.
A estrutura da construtora também dá dimensão ao efeito de cadeia associado ao setor: a empresa afirma reunir 43 empresas parceiras e cerca de 300 colaboradores diretos e indiretos, movimentando fornecedores, prestadores de serviços e profissionais das áreas de arquitetura, engenharia e crédito imobiliário — cadeia produtiva que, segundo o Observatório Findes e o Sinduscon-ES, sustenta parte relevante da geração de emprego formal do setor no Espírito Santo.
“Cada novo empreendimento representa um efeito multiplicador na economia local, estimulando fornecedores, prestadores de serviços, profissionais especializados e diferentes segmentos ligados ao desenvolvimento urbano” José Luiz Nunes, CEO da Javé Construtora
Expansão
A construtora confirma que novos projetos já estão em desenvolvimento e devem chegar ao mercado a partir de 2027, ampliando a presença da marca em outras regiões do Estado. Segundo a empresa, os lançamentos são esperados em Vitória, Vila Velha e Guarapari, municípios com histórico de valorização imobiliária e demanda aquecida por novos empreendimentos. Os projetos ainda estão em fase de concepção, e a companhia não divulgou VGV, cronograma detalhado ou volume de investimento previsto para a nova fase de expansão.
“A proposta é continuar desenvolvendo produtos alinhados às novas formas de morar e investir, acompanhando as transformações do mercado imobiliário e as expectativas dos consumidores”, afirma José Luiz Nunes.










