O mercado brasileiro de beleza e cuidados pessoais deve crescer, em média, 7,2% ao ano e chegar ao final de 2027, com faturamento na casa dos 40 bilhões de dólares, segundo uma projeção realizada pela Redirection International, assessoria especializada em fusões e aquisições, com base em uma modelagem financeira sobre a performance histórica, fatores macroeconômicos e previsões de trajetórias futuras para o setor.
Atualmente, o Brasil é o quarto maior mercado consumidor do mundo, movimentando 26,9 bilhões de dólares em 2022, segundo informações da Associação Brasileira da Indústria da Higiene Pessoal (ABIHPEC).
Outros fatores que impulsionam o setor são o envelhecimento da população, o aumento do consumo da classe média e uma maior conscientização dos consumidores sobre a higiene e os cuidados pessoais.
O estudo aponta ainda que a inovação e a tecnologia no desenvolvimento de novos produtos e serviços, aliadas ao crescimento do e-commerce e à forte influência das redes sociais no comportamento do consumidor também fomentam este mercado. Além disso, a crescente procura por produtos orgânicos e naturais tem incentivado a indústria a desenvolver produtos mais sustentáveis.
O empresário Rafael Aquino, proprietário do Salão Aline Bianca, é a prova de que o mercado da beleza tem muito potencial. Ele espera inaugurar neste ano o maior salão de beleza do Espírito Santo, com mais de mil metros quadrados.
“Observamos que o espaço que temos já não mais suficiente para atender a alta demanda. No último sábado realizamos mais de 700 atendimentos e acredito que esse número deve aumentar nos próximos meses. Todos ganham com esse crescimento. É o resultado de que as pessoas, especialmente as mulheres, buscam se cuidar mais. Além disso, podemos gerar mais oportunidades de trabalho para muitas famílias”, diz Rafael.









