Alecsandro Casassi assume presidência do Ibef no Espírito Santo

Fortalecimento das empresas capixabas e atração de novos negócios fazem parte dos pilares do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Espírito Santo (IBEF-ES) é a meta do novo presidente da entidade, Alecsandro Casassi. Ele assumiu nesta quarta-feira (2), ara o biênio 2025/2027, sucedendo Pedro Chieppe, que agora ocupa a vice-presidência e lidera a Diretoria de Estratégia Institucional.​

Em seu discurso, Alecsandro Casassi agradeceu aos novos diretores que aceitaram o desafio de integrar a gestão, composta por 120 voluntários, sendo 40% mulheres, comprometidos com os valores do instituto. Ele destacou que essa representatividade é um marco importante, refletindo o compromisso com a diversidade e inclusão.

Casassi também mencionou as premiações de excelência do IBEF-ES, como o Equilibrista, Destaque Empresarial e CFO do Ano, reconhecidas como as mais relevantes do Estado para os executivos. Além disso, ressaltou a produção de mais de 360 artigos em 2024, consolidando o instituto como referência em economia, finanças e gestão empresarial.

Por fim, enfatizou o fortalecimento da rede de conexões e parcerias com outras entidades, promovendo ações que contribuam para o desenvolvimento econômico e social, preservando o equilíbrio fiscal.

A solenidade contou com o painel “A integração das entidades empresariais em prol do desenvolvimento do Estado do ES”, mediado por Ricardo Frizera, sócio-diretor da Apex, que reuniu líderes de importantes instituições, como Nailson Dalla Bernadina, presidente do ES em Ação; Júlio da Silva Rocha Júnior, presidente da Faes; Sidemar Acosta, presidente do Sindiex; José Carlos Bergamin, vice-presidente da Fecomércio-ES; Paulo Baraona, presidente da Findes; Renan Chieppe, presidente da Fetransportes; e o próprio Alecsandro Casassi, presidente do IBEF-ES.​

Durante o debate, Sidemar Acosta enfatizou a relevância dos portos e das exportações para a economia capixaba. Paulo Baraona apontou a necessidade de uma reforma tributária para o progresso do país. Renan Chieppe destacou a importância da produção para manter a competitividade, mencionando que o setor de transportes foi um dos que mais cresceu no Brasil. Júlio Rocha mencionou o papel acelerador do café na economia local.

José Carlos Bergamin, representando Idalberto Moro na Fecomércio, questionou como posicionar o Espírito Santo no mapa do turismo, reconhecendo a relevância do setor e a necessidade de seu crescimento no Estado. Nailson Dalla Bernadina ressaltou a importância de um Espírito Santo forte e da união de forças entre as instituições.​

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