A doença crônica das artérias coronárias e as doenças miocardiopatias são responsáveis por 12 a 16 internações por 100 mil habitantes/ano – 460 a 610 internações por ano. Em relação aos óbitos, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. No Espírito Santo o cenário não é diferente, sendo o infarto agudo a principal doença cardiovascular, entre as demais, a levar à morte.
Em 2023, o infarto agudo do miocárdio foi a causa de morte para mais de 1,9 mil capixabas, ficando com coeficiente de 50 óbitos a cada 100 mil habitantes/ano. Em 2024, o coeficiente é de 25,6 óbitos por 100 mil habitantes, isto é, cerca de 980 óbitos. Os dados de 2024 ainda não estão consolidados.
A Sesa recomenda que a população adote hábitos de vida saudáveis para prevenir doenças cardiovasculares como: ter boa alimentação, controlar a pressão arterial e o colesterol, fazer atividades físicas regularmente, reduzir o estresse do dia a dia, não fumar e fazer exames periódicos.
Em relação a diabetes e a hipertensão, a Secretaria esclarece que ambas não têm notificação compulsória, logo, não há registros precisos de pacientes com essas doenças. A identificação da diabetes e hipertensão e seus respectivos tratamentos acontecem diretamente nas unidades básicas de saúde.
Alerta
Embora o acesso a saúde preventiva esteja mais disponível, a mentalidade da população ainda está focada em procurar uma mudança de vida quando a doença já está instalada.
Segundo especialistas, o Brasil não é mais o lugar onde as pessoas morrem de infecção como no passado, de fome, desidratação, mas de doenças crônicas e transmissíveis.










