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19 de abril de 2024
sexta-feira, 19 de abril de 2024
Maria Tereza Samora
Maria Tereza Samora
Especialista em performance cognitiva emocional. Psicopedagoga clínica, neuromodulação, mentora de vestibulandos, educadora parental, mãe, palestrante, empreendedora e escritora.

Volta às aulas: um novo começo para aprender e crescer

A partir de hoje, todas as semanas, vamos tratar dos desafios multifacetados que enfrentamos como mulheres, mães e profissionais, explorando temas de maternidade, educação, os desafios enfrentados na criação dos filhos e a preocupação constante com o bem-estar da família.

Como mãe, sei como é desafiador equilibrar os diversos pratinhos da vida cotidiana, especialmente quando se trata de conciliar as necessidades da família com as demandas da carreira. Conto com a participação de todos, enviando sugestões de pauta e compartilhando desafios do cotidiano, para proporcionar uma troca de insights e experiências que possam tornar nossas vidas mais leves e significativas.

Para começar, vamos falar da volta às aulas! Esta é o momento que as famílias estão passando e com ele chega a agitação do dia a dia, as tarefas de casa e as atividades extraclasse. A maioria das crianças está entusiasmada por reencontrar os amigos, exibir os materiais novos e compartilhar as experiências das férias.

Como pais, é nosso dever orientar os nossos filhos nesta volta às aulas. Mais importante do que a escolha dos materiais e da melhor escola é ensinarmos-lhes a importância de respeitar as diferenças. Devemos reservar alguns minutos do nosso dia agitado para ensinar-lhes que não devem comentar sobre a aparência dos colegas, seja sobre peso, cor da pele ou escolhas de vestuário. Devemos mostrar-lhes que não devem excluir pessoas por serem diferentes e que brincadeiras que possam magoar os colegas são inaceitáveis.

Estabelecer um diálogo consciente e honesto pode ajudar o nosso filho a identificar sinais de bullying e a tornar-se uma pessoa mais consciente nas suas interações.
A escola é um ambiente de aprendizagem, mas também é um terreno fértil para aprendermos com as diferenças e tornarmos filhos compassivos. A educação começa em casa, e na escola ela é potencializada.

Levar nossos filhos a refletir sobre como gostariam de ser tratados pode ajudá-los a entender a importância do respeito e da dignidade no tratamento com os outros. Ao reconhecerem suas próprias necessidades e desejos, eles serão mais capazes de compreender e valorizar os sentimentos e necessidades dos outros.

Isso contribui para a promoção de um ambiente de mais respeitabilidade e empatia, estimula a autoconsciência onde a valorização do “ser” tenha equivalência a valorização do saber acadêmico.

Sei o quanto isso é desafiador, mas se cada família fizer a sua parte, conversando com seu filho sobre esse assunto, podemos contribuir para uma geração emocionalmente mais saudável. O aprendizado é deles e é nosso, crescemos como cidadãos e família.

Maria Tereza Samora
Maria Tereza Samora
Especialista em performance cognitiva emocional. Psicopedagoga clínica, neuromodulação, mentora de vestibulandos, educadora parental, mãe, palestrante, empreendedora e escritora.

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