SetembroAmareloConhecido como “Setembro Amarelo”, esse mês serve de alerta para o aumento constante dos casos de suicídio em todo o mundo. Para se ter uma ideia, estima-se que os registros cheguem a 10 mil por ano no Brasil. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam ainda que a cada adulto que se suicida, outros 20 atentam contra a própria vida.

Para a psicóloga e psicanalista Cássia Rodrigues, esse cenário só será mudado quando as pessoas começarem a dar importância à dor. “Suicídio não é drama, não é para chamar a atenção, e muito menos falta de Deus. Só vamos mudar isso quando dermos a verdadeira importância ao falar, ao desabafar. As dores não devem ser escondidas ou deixadas de lado”, destacou.

A especialista acrescenta que alguns fatores representam risco para o suicida, como doenças clínicas e psiquiátricas, uso de álcool e/ou drogas, falta de apoio familiar e ausência de religiosidade. “É essencial que a prevenção aconteça de forma interdisciplinar, envolvendo médicos, psicólogos, serviço social e familiares”, completou.

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