Por circunstâncias naturais, de ser de procedência Ibérica, os originários de lá e da Europa, de um modo geral, não devem se expor muito aos raios solares, especialmente no verão e, como no Brasil é verão o ano inteiro, para evitar dar menos trabalho ao cirurgião plástico e amigo Alberto Colnago, vou raramente à praia.

Causa-me surpresa as desavenças políticas entre o prefeito de Vitória, Luciano Rezende e o governador do Estado, Paulo Hartung, sobre assuntos diversos, em termos administrativos e, especialmente, com relação à CESAN, onde aparece o Poder Público Municipal de Vitória informando que as nossas praias estão poluídas, impróprias para o uso, devido a despejos de esgoto sanitário na maré. Os que sabem que a informação é uma espécie de briga de “frequentadores de campanário” interiorano, onde pouco ou nada tem nada para fazer, mas, outros que desconhecem a briga, fogem para os municípios vizinhos, num prejuízo muito grande para a imagem de Vitória, a capital do Estado e seu turismo, onde só temos praia.

Em política, tem um negócio muito sério, de bem comum. O bem comum é aquele que se torna generalizado em favor da comunidade que habita o território sob a égide de governantes inteligentes que, embora não se unido politicamente, se unem com a necessária altivez em favor da comunidade que representam.

Não costumo imiscuir em particularidades, para saber quem disse do outro o que não devia, mas, creio, em favor do bem comum, as antipatias pessoas devem ser colocadas de lado, até à boca das urnas, onde as divergências devem ser discutidas por aqueles que teem obrigação de votar, escolher novos dirigentes.

Não estou preocupado com o que esses senhores irão pensar da minha intromissão em seus interesses políticos ou partidários, mas minha obrigação é defender o bem comum, sou uma espécie de promotor público, da imprensa, com obrigações sérias e interesse maior da sociedade que gosta de ir à praia, tomar banho de mar, independente dos meus problemas de pele, que não podem minimizar o interesse da maioria.

Vitória só tem belíssimas praias, para oferecer a seus cidadãos. Gostaria que aqui tivesse múltiplas atividades voltadas para o turismo, mas a única que temos é abordada de forma pejorativa pela autoridade municipal, que detém o chamado poder de polícia, para enfrentar os inimigos dos seu munícipes.

Não sei se existe alguém capaz de promover uma conciliação entre partes tão antagônicas, mas, nos parece, diante do exposto, que só as urnas serão capazes de definir tal pendência. Que seja para o bem comum.

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