Presidente do TRE: Serra foi o 3º município do país a entregar resultado eleitoral

A Serra foi o 3º município do país a entregar resultado final ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo o presidente do TRE-ES, desembargador Carlos Simões Fonseca. A avaliação dele foi de um 2º turno muito positivo.

“Minha avaliação é a mais positiva possível. Tínhamos preocupações com segurança, precipitação pluviométrica (chuva) fora do normal que, felizmente, não ocorreu, isso poderia impactar no deslocamento dos eleitores”, disse, citando os alertas de chuva para o Espírito Santo.

Segundo o presidente do TRE-ES, nenhuma intercorrência foi digna de nota. “Eu só tenho que parabenizar toda a população da Serra pela forma ordeira como se comportou. Estive lá, estive nos locais de votação, conversei com os juízes, candidatos, fiscais. Visitei também a seção de simulação de auditora de urnas, auditorias externas, tudo correu perfeitamente bem. Digo ao Espírito Santo que nossa missão está perfeitamente cumprida”.

De acordo com Carlos Simões, apenas 10 urnas apresentaram problemas e foram substituídas de forma rápida. “Não tivemos intercorrências quanto a votação. Nem filas foram formadas na maioria das seções. No primeiro turno houve certo problema com a biometria, mas dessa vez, somos o terceiro município do país a entregar a totalização ao TSE”.

Abstenção

Sobre a abstenção, de 120.257 pessoas (33,17%), maior que no 1º turno, Carlos Simões afirma que foi muito alta, considerando a expectativa. “É preciso que a população repense a sua importância na escolha dos representantes. Não podemos ficar totalmente ausentes. Claro que há situações em que precisamos compreender que o eleitor não pode comparecer. Mas, para a próxima eleição, vamos despertar mais o espírito cívico e de escolha, para que, posteriormente, possamos cobrar quem elegemos. É um pouco preocupante. Isso é uma questão que merece avaliação para campanha de esclarecimento, de despertar esse ato cívico importante que é o exercício do voto”.

Sobre questões de cotas de gênero e processos, o presidente disse que srá tudo julgado pelos juízes e encaminhado via recurso ao Tribunal. “Vem a diplomação, depois a posse dos eleitos e os processos serão julgados, podendo haver, eventualmente, consequências lá na frente, mas não sabemos o que temos pela frente, vamos aguardar”.

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