Divulgada na manhã desta segunda-feira (26), estudo feito pela Paraná Pesquisas (ES-00851/2024) na cidade de Vitória aponta aprovação do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos), candidato à reeleição e, levando em consideração a margem de erro, chance de vitória ainda no primeiro turno. A pesquisa foi realizada com 800 eleitores entre os dias 22 e 25 de agosto. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
De forma espontânea, os eleitores perguntados em quem votaria para prefeito se as eleições fossem hoje, Pazolini alcança 27,5% e sobe para 50,9% quando o cenário é estimulado.
Na segunda colocação em ambos cenários está João Coser (PT) que oscila de 6,1% espontâneo para 16,3% estimulado. Já Luiz Paulo (PSDB) vai de 1,4% a 8,6%; enquanto Camila Valadão (PSOL) transita entre 2,5% e 7,6%; Capitão Assumção (PL) vai de 1,6% a 5,3%. O candidato Eduardo Spadetto não pontua na pesquisa espontânea e alcança 0,5% na estimulada.


Rejeição
Em relação à rejeição dos nomes dos candidatos, o petista João Coser é o mais rechaçado pelos 800 eleitores entrevistados com um percentual de 34,6%. Tecnicamente empatados aparecem os nomes de Pazolini (15,9%) e Luiz Paulo (15,4%).

Na cidade de Vitória a Paraná Pesquisas identificou que o apoio do governador Renato Casagrande (PSB) pode ser favorável aos candidatos. Enquanto 51,2% disseram que jamais votariam em político alinhado com o presidente Lula (PT); 43,1% não aceitam nomes alinhados com Jair Bolsonaro (PL) e apenas 27,3% jamais votariam nos aliados do governador. Ao contrário, no entando, 68,0% votariam “com certeza” no candidato apoiado por Casagrande e ou, ao menos, levariam em consideração.

Aprovação
O índice alcançado por Pazolini o coloca em posição favorável para vencer no primeiro turno, já que é necessário alcançar mais de 50% dos votos válidos para garantir a vitória sem um segundo turno.
A pesquisa também aponta que 75,6% dos eleitores aprovam sua gestão à frente da prefeitura. O instituto também consultou os eleitores sobre a avaliação da administração de Pazolini.
A resposta “boa” foi escolhida por 38% dos entrevistados, enquanto 24,8% consideram a gestão “ótima”. Outros 22,5% a classificam como “regular”, enquanto 6,9% avaliam como “péssima” e 6,6% como “ruim”. Apenas 1,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não opinar.










