Foi preso nessa quarta-feira (27) Alex Almeida de Barros, de 48 anos, homem suspeito de assassinar Rosi Mari Marcelly Ayala, em Guarapari. O corpo da vítima foi encontrado em avançado estado de decomposição no apartamento em que morava, no bairro São Judas Tadeu, e o suspeito foi preso em Minas Gerais.
De acordo com a Polícia Militar (PMES), Rosi Mari, de 58 anos, não falava com familiares há cerca de 20 dias. O ex-marido da vítima chegou a achar, inclusive, que as mensagens via aplicativo que ele estava recebendo possivelmente não estariam sendo enviadas pela ex-companheira. Desconfiados, parentes acionaram a polícia.
Ao iniciar as investigações, a polícia encontrou o corpo de Rosi Mari, na tarde de quarta-feira, dentro do apartamento e descobriu que o atual companheiro da vítima estaria utilizando pertences pessoais dela, incluindo o veículo e o telefone celular.
As apurações indicaram que o suspeito fugiu em direção ao Estado de Minas Gerais no carro da vítima. Com apoio integrado da Polícias Civil e Militar do estado mineiro, além da Polícia Rodoviária Federal (PRF), buscas foram feitas, até que o suspeito foi visto.
Ateou fogo no próprio corpo
Durante a tentativa de abordagem, o homem ateou fogo contra o próprio corpo para tentar escapar da prisão. Ele foi socorrido em estado grave para um hospital onde segue sob escolta.
A suspeita é de que o homem tenha assassinado Rosi Mari para se apropriar do dinheiro da venda de um apartamento que a mulher havia negociado recentemente.
Homem já havia sido condenado por matar outra mulher
Esta não é a primeira vez que Alex é investigado por assassinato de uma mulher. Em 2020, ele foi condenado a 12 anos de reclusão por matar Euzineia Loyola, em Anchieta, no Sul do Espírito Santo.
A vítima era noiva do criminoso à época e foi encontrada morta, com sinais de estrangulamento em um sítio, dentro de uma piscina.
Ele chegou a ser preso, mas, em setembro de 2025, Alex teve liberdade condicional concedida após cumprir mais de um terço da pena e atender aos requisitos legais.
Morte em Guarapari segue sob investigação
De acordo com a Polícia Civil (PCES), a causa da morte de Rosi Mari ainda depende da conclusão dos laudos periciais. As investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias do caso.









