Uma loja de colchões no bairro Goiabeiras, em Vitória, foi flagrada durante uma operação conjunta da Polícia Civil e da concessionária com uma fraude no medidor de energia elétrica. Segundo a distribuidora, a irregularidade permitia reduzir o registro do consumo no estabelecimento.
A suspeita surgiu após o sistema de telemedição da EDP apontar comportamento anômalo na unidade consumidora. Com base nos indícios, uma equipe técnica foi ao local e constatou a fraude no equipamento, situação caracterizada como furto de energia.
Durante a inspeção, o proprietário da loja acompanhou os trabalhos e foi levado para a sede do departamento policial, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
A ação contou com apoio de policiais civis do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) de Vitória e de peritos do Departamento de Engenharia Forense do Instituto de Criminalística da Polícia Científica.
De acordo com a legislação brasileira, o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal, com pena de um a quatro anos de reclusão, além de multa. O responsável também pode ser obrigado a ressarcir os valores da energia não faturada, além de custos administrativos e operacionais, conforme as regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).









