Uma mulher de 44 anos foi presa após a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Crimes Contra Estabelecimentos Comerciais (DCCEC), apontá-la como suspeita de ser a coautora do furto a uma joalheria, ocorrido no último dia 1º de dezembro, no bairro Santa Lúcia, em Vitória.
Os detalhes foram divulgados pela PCES na manhã desta quinta-feira (12). Além dela, um homem também participou do crime e foi o responsável por arrombar e invadir o estabelecimento comercial. O suspeito segue foragido.
O delegado-geral da Polícia Civil (PCES), José Darcy Arruda, explica que se trata de um caso de furto qualificado. “Foi um prejuízo de R$100 mil. Ao todo foram 11 crimes cometidos pelos dois. Tem anos que eles vem dando prejuízos ao comércio”, ressaltou.
De acordo com o delegado titular da Delegacia Especializada de Crimes Contra Estabelecimentos Comerciais (DCCEC), Rui Pinheiro, trata-se de um morador de rua. “O fato de ter uma boa aparência, ele não parece uma pessoa em situação de rua. Além disso, as imagens das localidades apontam que havia uma segunda pessoa o aguardando do lado de fora que o ajudou a subtrair e carregar os objetos furtados”, explicou.
Já a mulher, segundo aponta o delegado, foi encontrada a partir das diligências realizadas no bairro da ocorrência. “Após o crime, ela foi ao local onde reside, um barco, e ficou um tempo lá. No final da tarde saiu e foi encontrar outras pessoas, também em situação de rua, para fazer uso, provavelmente, de drogas”, disse.
Rui Pinheiro destaca que, nesse momento, os policiais a encontraram, mas sem nenhum dos objetos subtraídos.
Aparentemente, conforme elucida o delegado, a escolha do estabelecimento foi feita de forma aleatória diante da oportunidade. “A gente não consegue afirmar que ele tinha um plano de chegar efetivamente naquele comércio, a gente só vai conseguir ter certeza ouvindo ele. E para isso precisamos encontrá-lo”, destacou.
O delegado chefe do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), Gabriel Monteiro, deixou um recado para quem adquire produtos de procedência duvidosa. “Quem está adquirindo esses produtos vai estar fomentando a criminalidade. E, em algum momento, poderá ser vítima desse crime. Além de responderem pelo crime de receptação, com penas de 1 a 4 anos”, declarou.









