PM capixaba expulso de reality chega preso ao Espírito Santo

O soldado da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), Fellipe Pedrosa Leal Villas, participante do reality show “A Grande Conquista”, da TV Record, foi transferido ao Estado, nessa quinta-feira (18). Ele foi expulso do programa e preso em São Paulo por descumprir normas militares. 

Segundo a Associação das Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Espírito Santo (ASPRA-ES), o caso de Felipe está sendo acompanhando de perto. O soldado teve seu salário bloqueado pela corporação em 29 de maio, após iniciar sua participação no reality show. Ele está preso no Quartel do Comando-Geral da PMES, em Maruípe, Vitória.

A ASPRA-ES informou, por nota, que, por se tratar de um associado, Fellipe Villas e sua mãe contarão com apoio jurídico e psicológico da associação.

“Ontem à noite, eu fui contactada pela mãe do soldado Vilas, sendo informada que o militar estava chegando para dar entrada ao nosso presídio, no Quartel do Comando-Geral, em Maruípe. Assim que foi contactada, foi feito contato com o diretor jurídico, já informando para que o setor possa dar o suporte que possa vir a precisar e eu, como diretora social junto ao 2º Sargento Carlos, fomos ao QCG na parte da manhã para acompanhar a mãe, Dona Neire, para fazer contato com o filho, a fim que fosse passado para ela o que poderia auxiliar o seu filho. E eu, como diretora social, coloco o nosso setor social junto à psicóloga à disposição do soldado Vilas, bem como o jurídico da ASPRA-ES”, disse a Diretora Social Lorena Nascimento.

“A equipe de advogados da ASPRA-ES, composta por profissionais altamente qualificados e especializados em direito militar, está à disposição para prestar todo o suporte necessário em defesa do Soldado Fellipe Pedrosa Leal Villas e sua mãe, Dona Neire Pedrosa Leal”, disse a associação em nota.

Entenda o caso

Felipe Villas estava em férias quando entrou no programa de televisão. Segundo a PMES, ele deveria ter retornado ao serviço no dia 15 de maio. Porém, de acordo com a PM, no prazo final das férias, o soldado apresentou um laudo psiquiátrico que o dispensou por 90 dias.

A PMES ainda ressaltou que, após os 30 dias de afastamento, Felipe foi convocado para avaliar sua condição mental, como determinado pela legislação, mas o militar não compareceu. Sendo assim, no dia 29 de maio, ele teve seu salário bloqueado pela corporação. Na sequência, Felipe foi expulso do programa por quebrar uma norma militar. 

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