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Ferraço determina posse de Castiglioni e saída de Paulo Roberto

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O presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço (DEM), determinou na tarde de segunda-feira (21), à Procuradoria Geral que tome todas as providências necessárias para cumprir imediatamente a decisão da desembargadora substituta, Elisabeth Lordes, relativa à nomeação de Olmir Fernando de Araújo Castiglioni (PSDB) na vaga aberta com a renúncia do ex deputado estadual, Rodney Miranda (DEM), ocupada atualmente pelo deputado Paulo Roberto Ferreira (ex-PMN que migrou para o PMDB)Somente na segunda, segundo o presidente por meio de sua assessoria, a Assembleia foi notificada da decisão judicial. No final da manhã, o representante da Mesa Diretora, deputado Roberto Carlos (PT), foi ao Tribunal de Justiça e se reuniu com a desembargadora Elisabeth Lordes exatamente para esclarecer que a Assembleia em nenhum momento fora notificada da decisão, ao contrário do divulgado por alguns veículos de comunicação.

A desembargadora, em sua decisão, contida no mandado de 0000681-20.2013.8.08.0000, concluiu: “…defiro o pedido inserto na petição inicial e determino à Autoridade coatora que promova imediatamente a convocação do impetrante para ocupar a vaga deixada pela renúncia do ex-deputado Rodney Miranda até o julgamento final deste mandamus”.

Rose de Freitas diz que futuro do PMDB depende de sua eleição

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Foto: Dayana Souza

Dayana Souza

A vice-presidente da Câmara dos Deputados, Rose de Freitas (PMDB-ES), avalia que a sucessão das mesas do Congresso Nacional terá influência direta na eleição presidencial de 2014, motivo por que acha que somente a sua vitória poderá assegurar o PMDB como parceiro preferencial da reeleição da presidente Dilma Rousseff.A razão: as denúncias que atingem os dois candidatos “oficiais” da legenda ao Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e a Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), podem ser benéficas aos interesses do Palácio do Planalto, à medida que ambos começariam suas gestões no Legislativo enfraquecidos e assim poderiam atravessar todo o ano.

Mergulhados em denúncias, o que afastaria o interesse da presidente em subir no palanque com eles em 2014. Ciente disso, Dilma daria contin uidade ao movimento em curso de reaproximação com o presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

“Se eu for presidente, posso resgatar algo do PMDB. Hoje, O PMDB mais fraco interessa a muita gente e claramente envolve 2014. Quem acha que esse jogo é só a disputa pela presidência em si, está errado”, disse ontem ao Valor, em seu apartamento funcional na Asa Norte, onde estruturou uma espécie de comitê de campanha e passa o dia pedindo votos em telefonemas a deputados.

Ela assegura que estará no segundo turno da disputa, marcada para o dia 4 de fevereiro. “Haverá segundo turno. Podem pressionar, mas quando está diante da urna, são três: o deputado, a sua consciência e a urna.”

Ontem, logo cedo dois deputados a auxiliavam: Izalci Lucas (PSDB-DF) e Roberto de Lucena (PV-SP). “Já falamos com 300 deputados. A hora que completar 500, o segundo turno é garantido. Se bobear, a gente ganha no primeiro turno”, disse o tucano Izalci, cujo partido declarou apoio a Alves. “Diante essas denúncias todas, não dá pra votar no Henrique. O PSDB dificilmente caminha nessa linha. Ele quer seguir a regra da proporcionalidade e votar na Rose cumpre isso”, conclui.

Nas contas da equipe, Henrique deve ter mais votos no primeiro turno. Cerca de 220. Seguido por Rose, com aproximadamente 180. E Júlio Delgado (PSB-MG), que poderia chegar a 120. Mas como “quem vota no Júlio não vota no Henrique”, um mantra no “QG”, Rose venceria no dia 4.

Aliados de Alves, ao contrário, garantem que ele vence no primeiro turno. Apontam como principal fator a falta de gente de peso na campanha de Rose. Além disso, sua campanha começou tarde. Ela confirmou que colocaria seu nome na disputa em 21 de dezembro, quando finalizava a condução de uma sessão. O plenário estava praticamente vazio. Àquela altura, Alves já tinha fechado o apoio da maioria dos partidos.

Faltou, contudo, conven cê-la de que “mudaria a Casa”. Para ela, seus aliados estão em todos os partidos, oposição inclusive. Algo reforçado com a chegada ao apartamento outro tucano, o deputado Walter Feldman (PSDB-SP). Ambos se conhecem de longa data.

Atuaram na Constituinte e em seguida fundaram o PSDB, onde Rose ficou por 15 anos. Antes disso, foi deputada estadual e nos anos 70 atuou de forma periférica no braço armado do então MDB, o MR-8, e em movimentos sociais ligados a habitação no Espírito Santo.

Mas foi no PSDB que sua carreira ganhou certo fôlego. Tentou o governo do Estado em 1994, mas amargou um quarto lugar. Perdeu para o petista Vitor Buaiz. Foi contemplada, então, com um convite do recém-eleito presidente Fernando Henrique Cardoso para ser sua assessora especial.

Em 1998, foi eleita suplente e acabou assumindo depois. Em 2002, porém, deixou o PSDB após, segundo ela, o então presidenciável José Serra articular para que ela, apoiadora da indicação de T asso Jereissati à sucessão de FHC, perdesse força no diretório capixaba. Na mudança, levou consigo 22 dos 78 prefeitos ligados a ela no Estado.

Número que foi ampliado aos poucos, graças à adesão primeiramente parcial, e depois total, ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após as últimas eleições municipais, Rose contabilizou 46 prefeitos ligados a ela. Em seu site, ela ostenta a alcunha de “madrinha dos prefeitos”. “Todos os meus mandatos foram voltados para a política municipalista”, explica. Segundo ela, funciona assim: as sobras dos orçamentos municipais são utilizadas como contrapartida para recursos que ela viabiliza em Brasília nos ministérios e nas emendas parlamentares que apresenta.

“Quem organiza é o prefeito. Ele só me dá a ata comprovando que houve uma escolha democrática com participação da população. Eu quase nunca inauguro nada, mas há uma lealdade grande por parte deles” .

As mesmas emendas que garan tem seu sucesso eleitoral são as que utiliza para atacar Alves, acusado de beneficiar a empresa de um agora ex-funcionário com recursos dessas emendas. “Ele disse que é um ser humano e que errou. Ora, errar todo mundo erra, mas com dinheiro público? Isso tem outro nome. Não faço campanha sobre isso, mas acho que nesse momento a campanha de Henrique tem problemas”.

No entanto, é evidente que a questão ética entrou na campanha não só de Rose, mas também de Delgado. Eles se reuniram ontem por três horas no “comitê” de Rose.

Após o encontro, o mineiro disparou: “Não teremos que ficar a todo momento nos defendendo como ele. Como alguém que coloca emendas para um funcionário seu pode defender o orçamento impositivo?”, disse Delgado.

Para aliados de Alves, isso evidencia desespero. Ampliado ontem depois que a estratégia principal dos dois – de dividir os votos no primeiro turno para forçar o segundo – ter sofrido um pequeno abalo. O deputado evangélico Ronaldo Fonseca (PR-DF) retirou sua candidatura, após conversar com a cúpula do seu partido e com o próprio Henrique Alves. Rose ainda se encontraria ontem com Michel Temer, reunião não confirmada pela assessoria do vice-presidente.

Seria mais uma conversa “informal”, que ela garante não ser para tratar da sua saída da disputa. “Michel já me disse não ter coragem de pedir que eu não seja candidata porque sempre fui muito leal. E continuo candidata até o fim.

Com informações do Valor.

Aposentada se contradiz em primeiro depoimento sobre servidor fantasma na Câmara de VV

Trabalhar por cerca de três anos no gabinete de um vereador e não saber quanto recebia. Foi o que declarou a senhora Francisca Pereira da Silva, de 65 anos, na abertura da comissão de investigação aberta na Câmara de Vereadores de Vila Velha. A comissão, que segue os moldes de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), segundo determina o regimento interno da Casa, está investigando uma denúncia contra o vereador Almir Neres (PSD), reeleito, a partir de uma representação feita pela ONG Transparência Capixaba.

A denúncia, que também está sendo investigada, paralelamente, pelo Ministério Público Estadual (MPES), em segredo de Justiça, aponta que a idosa soube de sua nomeação no ano passado, quando procurou uma agência do INSS para requerer sua aposentadoria. Consta na denúncia que dona Francisca Pereira foi surpreendida na agência que não poderia receber o benefício uma vez que estava nomeada em cargo comissionado no Poder Legislativo Municipal de Vila Velha.

Para a surpresa ainda maior, segundo a denúncia, o cargo era do gabinete do vereador Almir Neres com o salário de R$ 7 mil. Entretanto, de acordo com a investigação do MPES, no momento em que soube Francisca Pereira da Silva negou que tivesse o emprego e alegou ser analfabeta, o que impossibilitaria de ser nomeada para o cargo.

Informações dizem que o edil recebia a quantia no lugar da idosa, sacando o valor integralmente através de um cartão do Banco Banestes. O vereador negou que houvesse irregularidade. O mesmo fez a idosa em depoimento na abertura das investigações, a manhã desta terça-feira (22), na Câmara.

De acordo com o vereador relator do processo, João Artem (PSB), o depoimento de Francisca durou cerca de uma hora e ela confirmou a informação de que trabalhava na Câmara, mas se mostrou contraditória. “Na verdade, em alguns momentos ela ficou um pouco perdida. Dizia que trabalhava pela manhã, todos os dias, mas não sabe quanto ganhava”, informou o socialista.

A representação e denúncia encaminhada ao MPES apontam que, logo que o caso foi descoberto, Almir Neres passou a procurar a idosa e oferece-la benesses, no intuito de reverter a situação. Teria, inclusive, chegado a dar a ela uma casa no bairro Morada da Barra, também em Vila Velha.

Sobre a casa a senhora diz que não ganhou de ninguém. Mas que tinha um imóvel no bairro Ataíde – ainda na cidade canela verde – e que a vendeu por R$ 25 mil. E que a casa que mora hoje, comprou por R$ 30 mil, dando os R$ 25 mil de entrada e parcelando os cinco mil restantes.

Segundo o relator do processo, outras pessoas serão ouvidas, além do próprio vereador Almir. Artem acredita que até o fim de fevereiro o relatório seja concluído e encaminhado ao plenário da Câmara de Vila Velha

Operação Derrama: Elias confirma contrato sem licitação

derramaO ex-prefeito de Linhares, José Carlos Elias (PTB), prestou depoimento ao Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e a Corrupção (Nurocc), na manhã desta terça-feira (22) e confirmou que o município, em sua gestão (2005-2008) firmou contrato com a CMS Consultoria e Assessoria com objetivo de incrementar a arrecadação de recursos para Prefeitura. E que não houve licitação, uma vez que a dispensa foi aprovada pela Comissão Permanente de Licitação do município.Em seu depoimento, o petebista, que é deputado estadual, confirmou que o contrato com a CMS foi em dois de fevereiro de 2007 e que houve um aditivo assinado em dezembro do mesmo ano, contudo, assinado pela secretária de Fianças, Analice Gobete Piassoli. Ela está entre os detidos na Operação Derrama, deflagrada em dezembro do ano passado e com desdobramentos nos dias 15 e 18 de janeiro.

Segundo decisão do Juiz da Vara especial de Central de Inquéritos Criminais de Vitória, Marcelo Loureiro, que determinou as prisões de sete ex-prefeitos no dia 15 de janeiro, a relação entre a empresa CMS – pivô das fraudes – com o município de Linhares foi iniciada pela então secretária de Finanças, Analice Gobeti, em 2007, que assinou o contrato direto “com valor de R$ 8 mil e honorários de risco, que seriam devidos quando da recuperação de receitas, com entrada comprovada nos cofres municipais”.

Ainda segundo o documento, o Tribunal de Contas do Espírito Santo teria sido informado pelo ex-prefeito Guerino Zanon (PMDB) – que sucedeu Zé Carlos Elias – que na gestão do peemedebista foram pagos, nos anos de 2007, 2008, 2010 e 2011, o valor total de R$ 4.389.204,49.

No depoimento desta manhã de terça, José Carlos Elias, elogiou a atuação da CMS, afirmando que o município de Linhares teve incremento em sua receita, passando de R$2 a R$ 3 milhões ao mês para cerca de R$ 7 a 8 milhões mensais – “Sendo estes valores apenas relacionados às informações prestadas pela ANP – AGÊNCIA NACIONAL DE PRETOLE, e que atualmente vem sendo pago cerca de 10 milhões mensais pela ANP ao município de Linhares”, de acordo com Termo de Declarações assinado pelo deputado.

Sobre a relação com o empresário Claudio Mucio Salazar, proprietário da CMS, Elias informou à polícia que o conheceu quando o próprio Claudio esteve em Linhares para oferecer seus serviços de consultoria e recuperação de créditos tributários.

Disse ainda que era a CMS responsável por todo processo de fiscalização sobre as empresas relacionadas à exploração de petróleo e gás natural, “não passando nada pelos fiscais do município; Que os fiscais não recebiam qualquer vantagem financeira a titulo de produtividade decorrente dos serviços de fiscalização desempenhados pela CMS, ou por eles mesmos”.

Mais remédios e serviços para pacientes com doença hereditária rara

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No Espírito Santo, pacientes portadores de uma doença genética rara e potencialmente grave, que causa inchaços deformantes em diversas partes do corpo e que pode atingir vários órgãos e até matar, passam a contar com o reforço de dois medicamentos no tratamento que é ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS): o acetato de icatibanto e o ácido tranexâmico. Os pacientes também terão acesso a aconselhamento genético e tratamento odontológico.
Hoje, no Estado, há 55 pacientes portadores de angioedema hereditário em tratamento. A doença provoca crises recorrentes de edemas (inchaços) na face, pés e mãos, nos genitais, nas membranas mucosas do trato intestinal, laringe e em outros órgãos internos. Quando ocorre na laringe, pode provocar morte por asfixia.
Com indicação específica para ser administrado em casos de crise de angioedema hereditário, o icatibanto passou a ser disponibilizado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nos pronto-socorros dos quatro hospitais de referência nesse problema. São eles: Antônio Bezerra de Faria, em Vila Velha e Dório Silva, na Serra – ambos estaduais – além da Santa Casa de Misericórdia de Vitória e de Cachoeiro de Itapemirim – filantrópicos.
De acordo com a gerente de Assistência Farmacêutica da Sesa, Maria José Sartório, o icatibanto é o único medicamento disponível atualmente no mercado brasileiro para tratar crises da doença, e é indicado porque reverte o quadro rapidamente.
Já o ácido tranexâmico está sendo incluído no rol de medicamentos fornecidos pelo Estado para reduzir os efeitos colaterais provocados por outra medicação associada, o Danazol, padronizado pelo Ministério da Saúde no tratamento clínico a esses pacientes e que já é disponibilizado, por meio das Farmácias Cidadãs Estaduais para tratar os casos crônicos e prevenir crises.
“Engrossamento de voz e crescimento de pelos estão entre os efeitos colaterais do Danazol, que podem ser minimizados com o uso do ácido tranexâmico de forma associada”, explica a gerente. A estimativa é de que esse medicamento, financiado exclusivamente pelo Governo do Espírito Santo, esteja disponível nas Farmácias Cidadãs Estaduais dentro de 45 dias.
Aconselhamento genético
Maria José Sartório destaca que a preocupação da Sesa foi também a de organizar o fluxo de atendimento para melhorar a qualidade de vida desses pacientes. E, por isso, incluiu outras novidades no tratamento, como o aconselhamento genético para jovens que querem casar e ter filhos e tratamento odontológico em local de referência (no Hospital Estadual Dório Silva).
Segundo a gerente, estudos mostram que os pais têm 50% de probabilidade de passar para seus filhos a alteração genética no gene que causa o angioedema.
Tratamento odontológico
Pacientes precisam de atenção e orientação especial também durante tratamento odontológico. “Vários fatores como trauma, estresse, infecção, o uso de hormônio, um procedimento cirúrgico ou odontológico podem desencadear uma crise. Por isso, o atendimento odontológico é direcionado para o Hospital Estadual Dório Silva, um dos quatro hospitais de referência. Se houver intercorrência, o paciente contará imediatamente com estrutura hospitalar”, explica ainda.
Angioedema hereditário
– O angioedema é um distúrbio hereditário associado a uma proteína do sangue, chamada inibidor C1. Quando ela não é produzida pelo corpo na quantidade certa, pode gerar como consequência inflamações na pele e nos tecidos subcutâneos (como a boca, por exemplo) e atingir outros órgãos do corpo.
– O inchaço é deformante durante o período de crise, que dura de 48 a 72 horas, se não tratada. As crises mais preocupantes são a de edema abdominal – que causa dor intensa e pode levar à cirurgia exploratória desnecessária – e a de laringe, que pode provocar asfixia por obstrução das vias aéreas.
– A doença atinge de 01 em cada 10 mil a 01 em cada 50 mil habitantes no mundo.
– No Estado, todos os 55 portadores do problema utilizam cartão de identificação para facilitar atendimento em caso de urgência, já que os sintomas podem confundir com os de uma reação alérgica.
Serviço
– O serviço de referência da Sesa para atendimento aos casos suspeitos é o Ambulatório de Angioedema, que funciona no Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória. É para lá que os médicos devem referenciar pacientes com suspeita desse diagnóstico.
– As crises da doença passam a ser atendidas nos pronto-socorros dos hospitais Antônio Bezerra de Faria, em Vila Velha; Dório Silva, na Serra; Santa Casa de Misericórdia de Vitória e de Cachoeiro de Itapemirim. Em caso de crise, a Sesa disponibiliza o medicamento acetato de icatibanto nesses hospitais.
– Os pacientes também terão acesso a aconselhamento genético, em parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e tratamento odontológico (no Hospital Dório Silva).
– O medicamento Danazol já é disponibilizado nas Farmácias Cidadãs Estaduais, mediante indicação clínica do ambulatório de referência. O ácido tranexâmico já foi comprado e chegará ao Estado nos próximos 45 dias. Também será disponibilizado nas Farmácias Cidadãs Estaduais.