16 estados superam seca, enquanto oito seguem sofrendo com estiagem severa no Brasil

Conforme a última atualização do Monitor de Secas, entre outubro e novembro, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em 16 unidades da Federação: Acre, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins. No sentido oposto, em outras oito unidades da Federação a seca se intensificou nesse período: Alagoas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Já no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado após uma sequência de 13 meses sem seca. Já em outros dois estados o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá e Santa Catarina.

No Espírito Santo, segundo o boletim, entre junho e outubro, a área com seca se manteve em todo território capixaba. “Desde o período entre julho e novembro de 2022, é a primeira vez que o estado registra cinco meses consecutivos de seca na totalidade de seu território Entre setembro e outubro, a seca se abrandou no Espírito Santo, com a forte redução da área com seca moderada de 100% para 50% do estado. Além disso, o território capixaba teve a condição mais branda de seca entre os estados do Sudeste em outubro”, emitiu a ANA – Agência Nacional de Água e Saneamento Básico.

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Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Sul teve a condição mais branda do fenômeno em novembro, enquanto o Norte teve a situação mais severa, registrando seca excepcional – a mais intensa na escala do Monitor. Entre outubro e novembro, houve um abrandamento do fenômeno em todas as cinco regiões do Brasil. Considerando a extensão da área com seca, o fenômeno se expandiu no Nordeste e no Sul.

Somente no Sudeste a área com seca teve uma leve redução. Tanto no Centro-Oeste quanto no Norte, a extensão do fenômeno permaneceu estável.

Na comparação entre outubro e novembro, quatro estados registraram o aumento da área com seca: Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Já no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser registrado após 13 meses. No sentido oposto, o Monitor verificou a diminuição da área com o fenômeno em outros três estados: Bahia, Rio de Janeiro e Roraima. Já em outras 19 unidades da Federação a área com seca se manteve estável: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Dezessete unidades da Federação registraram seca em 100% do território em outubro deste ano: Acre, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Nas demais unidades da Federação que registraram área com seca, os percentuais variaram de 32% a 99%.

Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de outubro, seguido por Pará, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia. No total, entre agosto e setembro, a área com o fenômeno aumentou de 7,96 milhões para 7,85 milhões de km², o equivalente a 92% do território brasileiro.

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