O investimento em ações de prevenção e reforço no monitoramento das praias e lagoas de Vila Velha já começa a refletir nos indicadores de segurança. No primeiro trimestre de 2026, a cidade não registrou nenhum afogamento nas áreas atendidas pelo serviço de Salvamento Aquático, além de ter reduzido o número de resgates, atendimentos pré-hospitalares e casos de crianças perdidas.
Entre janeiro e março deste ano, foram contabilizados cinco resgates. No mesmo período de 2025, haviam sido registrados 10 afogamentos e 245 resgates. Em ambos os anos, houve um óbito.
Os atendimentos pré-hospitalares realizados por guarda-vidas também caíram. Foram 23 ocorrências nos três primeiros meses de 2026, contra 63 no mesmo intervalo do ano passado, uma redução de mais de 60%.
Outro dado que apresentou queda foi o número de crianças perdidas nas praias. No primeiro trimestre de 2025, foram 194 registros. Neste ano, o número caiu para 42, redução de mais de 80%.
A presença de cães nas praias também diminuiu no período. De janeiro a março de 2025, foram registrados 3.206 casos, contra 745 no mesmo recorte de 2026.
Ao longo do trimestre, os guarda-vidas realizaram ainda 8.745 abordagens educativas a banhistas e prestaram informações turísticas a mais de 3 mil pessoas.
De acordo com a Secretaria de Proteção e Defesa Civil, a redução das ocorrências está associada ao reforço das ações preventivas e à ampliação da estrutura de monitoramento nas áreas de banho.
Na temporada de verão de 2026, foram instalados 25 postos elevados de guarda-vidas nas praias e lagoas do município. Desse total, 18 ficaram nas praias da Costa, Itapuã e Coqueiral de Itaparica, e outros sete foram distribuídos em praias e lagoas da Região 5.
Os postos foram instalados em pontos estratégicos, com distância média de 500 metros entre eles, para ampliar o campo de visão dos guarda-vidas e reforçar a vigilância ao longo da orla.









