Toxicidade financeira do câncer: você já ouviu falar? A maioria dos pacientes oncológicos se deparam com isso, somente durante o tratamento do câncer. É o peso econômico do tratamento da doença gera para o paciente e sua família — somando custos diretos (exames, medicamentos, transporte, alimentação especial, cuidadores) e indiretos (perda de renda, afastamento do trabalho, redução da produtividade, endividamento).
É tóxico pois além de provocar estresse na vida financeiro da família, pode piorar a qualidade de vida de todos ao redor. Em muitos casos, mesmo pessoas com plano de saúde acabam enfrentando gastos elevados não cobertos.
O termo usado por especialistas da oncologia para descrever os efeitos econômicos e emocionais que os altos custos de tratamento provocam nas pessoas.
O que muita gente ainda não sabe é que o seguro de vida pode ser usado em vida, oferecendo cobertura para doenças graves como o câncer e garantindo recursos imediatos para custear o tratamento e preservar a estabilidade financeira da família.
“Quando um diagnóstico chega, o foco precisa estar na saúde, não nas contas. O seguro de vida é uma forma de cuidado — ele protege a vida em todos os sentidos”, explica Renata Dariva, especialista em seguros e embaixadora da campanha nacional Minha Vida Protegida, movimento que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da proteção financeira e do seguro de vida com propósito social.
Em suas ações de educação financeira e proteção familiar, Renata defende uma visão humanizada do setor.









