Diego Guimarães, 43 anos, é um advogado experiente, natural de Cachoeiro de Itapemirim, onde aprendeu os valores de trabalho e justiça desde a infância. Casado há 19 anos e pai de uma filha de 16 anos, ele continua a priorizar a ética familiar em sua vida pessoal e profissional.
Com graduação em Direito e especializações em Segurança Pública e Direitos e Garantias Fundamentais, Diego atuou em diversos órgãos públicos nas áreas de Direito Constitucional, Penal, Administrativo e Público. Ele acredita que cada caso na advocacia é significativo e contribui para seu desenvolvimento contínuo.
Ao se candidatar a desembargador pelo Quinto Constitucional, Diego busca trazer uma visão prática da advocacia para o Tribunal de Justiça. Seu foco está na modernização do sistema judicial, propondo a integração de tecnologias para acelerar processos e facilitar o acesso à Justiça, sempre respeitando a legislação.
“Se for alçado à posição de Desembargador, minha atuação será pautada pela busca contínua de um Judiciário mais moderno, eficiente e acessível a todos, sempre observando a imparcialidade”, destaca.
Diego defende a realização de atos processuais de forma eletrônica e remota, mantendo a opção presencial para os advogados, visando celeridade e economia de recursos e na modernização do judiciário.
“Uma das minhas propostas é a permissão da prática de todos os atos processuais por meio eletrônico ou remoto sempre que autorizados pelas autoridades hierarquicamente superiores e desde que estejam em conformidade com a lei, mas mantendo a prática de forma presencial, ficando a critério do advogado”, frisa.
Além disso, ele enfatiza a importância de respeitar os direitos dos advogados e a gestão responsável dos recursos públicos, especialmente no debate em torno da PEC do Quinquênio.
“A PEC do Quinquênio é uma medida que traz à tona importantes discussões sobre a valorização da carreira e a gestão responsável dos recursos públicos. Penso que é fundamental equilibrar o reconhecimento dos direitos com a necessidade de uma gestão eficiente dos recursos do Estado. O importante é que qualquer mudança legislativa seja debatida de forma ampla e transparente, sempre visando ao interesse público e ao fortalecimento das instituições”, conclui.









