Banana: da terra à mesa, a trilha que a deixa mais cara. Cooperativa paga até R$ 60 pela caixa de primeira; embalagem, transporte e perdas entram na conta antes da venda até chegar ao destino: o consumidor.
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No Dia Mundial da Banana, celebrado nesta terça-feira (22), o ES Hoje percorreu essa cadeia para entender a formação do preço no Espírito Santo. Os dados mostram que a diferença entre o valor recebido pelo produtor e o cobrado no comércio não corresponde integralmente ao lucro dos intermediários.
Na Cooperativa da Agricultura Familiar de Cariacica (CAF), que reúne cerca de 400 cooperados, a banana-prata é comprada por valores que variam conforme a classificação da fruta. Segundo o supervisor de vendas Ronaldo Monteiro, os preços são definidos principalmente pelos contratos vigentes, com reajuste no início do ano.










