Pressão política pode configurar assédio eleitoral. O assédio assume diferentes formatos, e entre os exemplos mais recorrentes estão ameaças de demissão caso determinado candidato não seja eleito.
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O tema volta ao centro do debate em 2026 diante da mobilização de instituições de justiça, fiscalização e órgãos de controle para ampliar campanhas de prevenção, orientação e recebimento de denúncias relacionadas à coação política no ambiente profissional. O principal desafio, porém, ainda está na identificação do problema. Diferentemente de outros tipos de violência institucional, o assédio eleitoral nem sempre aparece de forma explícita — e justamente por isso costuma ser relativizado, naturalizado ou até invisibilizado.









