Atendimento humanizado no ES ajuda a amenizar a dor de famílias, quando só restam cuidados paliativos. Estima-se que até o ano de 2030, mais de 56 milhões de crianças de zero a cinco anos de idade morram em todo o mundo. As previsões são de um estudo feito pelo Grupo Interinstitucional para Estimativa da Mortalidade Infantil (IGME – sigla em inglês) criado pela Organização das Nações Unidas e ainda não leva em consideração dados da Pandemia.
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O estudo, que responsabiliza casos de doenças infecciosas na África subsaariana e sul da Ásia pela maioria das mortes em período neonatal, defende, além da prevenção, o uso aberto de cuidados paliativos em casos terminais, onde a abordagem é feita não apenas por médicos, mas também por outros profissionais da saúde e bem-estar e pode trazer melhorias tanto na qualidade de vida desses pacientes, como também de suas famílias.
No Espírito Santo, a atenção a crianças em estado terminal é, em sua maioria, voltada a doenças congênitas, síndromes e casos de câncer, que são tratados em hospitais especializados da rede pública e privada.
Diarista responsável pelo atendimento da UTI Pediátrica no Hospital da Polícia Militar (HPM) de Vitória e intensivista da pediatria também nas Unidades de Tratamento Intensivo dos hospitais Jayme dos Santos Neves e Santa Rita, o Médico Intensivista Pediátrico Alexandre da Silva Dall Acqua entende muito bem a importância do atendimento humanizado para as crianças em estado terminal e tem a percepção clara que, além de ajudar na qualidade de vida das pessoas envolvidas os cuidados paliativos podem até estender a estimativa de vida dessas crianças.










