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Chapa fechada confirma Idalberto Moro na presidência da Fecomércio

Idalberto Moro vai suceder José Lino Sepulcri no comando da Federação de Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES). Conforme ESHOJE antecipou, uma chapa de conciliação foi definida em reunião, na última sexta-feira(8), com o atual presidente finalizando sua era de 16 anos na cadeira.

Em chapa registrada nesta segunda-feira (11), a composição da diretoria para o biênio 2022-2026 será composta por Moro, com Luiz Coelho Coutinho e Claudio Sipolatti nas primeira e segunda vice-presidências, respectivamente. No grupo ainda José Carlos Bergamin, na terceira vice, Waldês Calvi, Marcus Magalhães e Lésio Romulo nas três secretarias. Já Eliomar Avancini será o tesoureiro – tendo os de número 2 e 3, Aurélio Fonseca e Audenir Gomieri – e Cesar Bressan oupará a diretoria de patrimônio.

Chapa fechada confirma Idalberto Moro na presidência da FecomércioIdalberto Moro e todos que ocuparão uma vice-presidência assumirão como delegados-representantes junto à Confederação Nacional do Comércio (CNC). A Fecomércio é uma entidade subordinada a CNC. Por conta disso,tão logo assumir, essa diretoria poderá alterar as diretorias do Sesc.

Os nomes que compõem a chapa na lista de suplência são: Jorge Luiz Nicchio, João Luiz Dorigueti, Alcemir José de Bruym, José Olavo Macedo, Ilson Bozi, João tarcisio Falqueto, Rogerio Alcântara, Edson Marchiori, Ana Claudia Groberio, Carlúcio Rocha Nunes e Antônio Faustini.

Os membros efetivos do Conselho fiscal serão Sidemar de Lima Acosta, Ricardo Gomes da Silva e Darcy Júnior Lugão dos Santos.

Claudio Sipolatti: basta ao continuísmo

Empresário que levantou a bandeira para impedir mais um mandato de José Lino Sepulcri e encerrar uma era de reeleições, já que a Fecomércio tem 54 anos e só teve três presidentes, Claudio Sipolatti disse que seu interesse é que a Fecomércio seja mais atuante e mais moderna.

“Trabalhamos para que a Fecomércio atendesse mais e melhor as expectativas de nossos segmentos, por isso lancei uma chapa que após 50 anos criasse oposição com o intuito do debate. Isso foi possível. Agradecemos aos gestores até hoje, mas temos necessidade de mais e melhor para o Espírito Santo, por isso trabalhamos nesta composição. Não terá necessidade de disputa e acredito de Idalberto Moro tem as qualidades necessárias para conduzir a federação. Venceu o novo e é o fim do continuísmo”, destacou.

O empresário acrescentou que a Federação precisa estar mais perto de outras entidades, como Federação das Indúsitrias (Findes), Federações do Transporte e Agricultura, Sebrae e outras. A eleição está prevista para 23 de maio.

Entre os compromissos do grupo é são mudanças no Sesc e Senac. “Vamos ajustar para fazer o futuro mais transparente e mais moderna”, finalizou. Dentre outras alterações, está a atualização do regimento interno, impedindo sucessivas reeleições.

Chapa fechada confirma Idalberto Moro na presidência da Fecomércio
José Lino Sepulcri e Gutman Uchôa de Mendonça

José Lino Sepulcri: pregamos a união

Na presidência da Federação do Comércio do Espírito Santo desde 2006 – o terceiro em toda a história da entidade, cujos dois primeiros foram Antônio de Oliveira Santos e Hamilton Rebelo – José Lino Sepulcri diz que sai do comando sem divergência, por consenso. “Por consenso e a união que sempre pregamos na Fecomércio, decidimo que Idalberto Moro será candidato único”.

A expectativa dele, no entanto, era de permanecer no conselho da CNC. “José Lino será presidente honorário e titular da CNC, Sesc-Senac”, informou, diferentemente do que está na chapa registrada.

Sua saída foi um pleito de grupo de empresários dos 22 sindicatos representados pela Fecomércio. Mas o atual presidente disse que após receber uma comissão de 5 empresários com proposta de “oxigenação e mudanças nas entidades Sesc-Senac”, em que 17 representantes de sindicatos apoiavam, foi construída a conciliação. Desta forma ficou construído que Claudio Sipolatti abriria mão de concorrer para participar da chapa tendo Moro como seu sucessor.

“Nunca fui contra Sipolatti. Saio de cabeça erguida”, afirma José Lino Sepulcri.

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