Desde o dia 16 de maio, equipes da Vigilância em Saúde da Sesa, juntamente com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf/ES) realizam investigação sobre casos de influenza aviária – H5N1 – doença que atingiu, pela primeira vez na história, aves do Brasil, iniciando pelo Espírito Santo.
A situação, de acordo com o subsecretário de Estado de Vigilância em Saúde, Orlei Cardoso, por ser uma gripe, no seres humanos os sintomas são parecidos com todas as demais gripes. Contudo, a H5N1 em pessoas necessita de mais cuidados, porque é considerada letal.
Diante disso, Orlei destacou a necessidade de os capixabas procurarem estar em dia com o calendário vacinal.
Orientações
A Sesa esclarece que as pessoas que tiveram contato com as aves diagnosticadas com a gripe aviária (vírus H5N1) devem ser monitoradas e manter o isolamento social se apresentarem sintomas gripais pelo período de dez dias a partir do contato com a ave contaminada ou com suspeita de contaminação.
A população deve evitar estritamente contato com aves doentes ou mortas, incluindo aves silvestres e, ao avistar essas situações, acionar imediatamente o Idaf no município (www.idaf.es.gov.br/contatosidaf) ou fazer a notificação pelo e-Sisbravet (https://sistemasweb4.agricultura.gov.br/sisbravet/manterNotificacao!abrirFormularioInternet.action).
Todas as ações estão sendo desenvolvidas em estreito alinhamento com os demais órgãos do Governo do Estado, como a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), a Secretaria da Saúde e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), além do Ministérios da Agricultura e Pecuária e da Saúde e as representações do setor produtivo da avicultura comercial.










