O PSD chega à semana decisiva dos conchavos políticos no Espírito Santo estrangulado pelo cenário das principais chapas em disputa pelo governo do Estado.
Como verificado, o partido do ex-governador Paulo Hartung, liderado pelo prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, perdeu força no lado de Lorenzo Pazolini (Republicanos) e ainda busca um abrigo pelas bandas do governador Ricardo Ferraço (MDB).
Cenário I
Em recente entrevista à Veja, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, apontou situações que se assemelham ao panorama brasileiro e à realidade capixaba.
Cenário II
“Nós prestigiamos projetos locais. Projeto nacional é outra coisa. Lá na frente, quando tivermos o fim das coligações majoritárias, não vamos ter mais esse problema”, disse o mandatário do partido.
Cenário III
Kassab lembrou que o PSD apoia a candidatura à reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo. E o partido ficou sem espaço na chapa.
Cenário IV
Assim sendo, o PSD segue caminho independente em âmbito nacional e isso, com certeza, pode interferir no cenário capixaba.
Cenário V
Ao que tudo indica, a ala do Republicanos caminha para o Senado com Maguinha Malta (PL) e Evair de Melo (Republicanos).
Cenário VI
Já pelas bandas governistas, o ex-governador Renato Casagrande (PSB) é o cabeça da chapa para o Senado, e há entendimentos para que Rose de Freitas (MDB) seja a segunda candidata do grupo.
Cenário VII
Como apontado pelo ES Hoje diversas vezes, o PSD deu guarida para que o deputado estadual Sergio Meneguelli (PSD) seja candidato ao Senado. Se não for, vira concorrente direto de Renzo para a Prefeitura de Colatina em 2028.
Cenário VIII
O PSD tenta ainda ajustes para conquistar espaço, mas vê o caminho cada vez mais apertado, obrigando o grupo a seguir uma terceira via independente.
Cenário IX
Porque, mesmo com recursos e alguns medalhões, o partido foi ficando escanteado neste ciclo. Resta agora acompanhar como ficará essa novela, visto que há muitos interesses envolvidos, inclusive futuros políticos.










