Como já falamos aqui antes, ASG é a sigla para Ambiental, Social e Governança.
Cada vez mais essa sigla vem se tornando popular e além de pautar investimentos do mercado financeiro, também vem se consolidando como base para grandes, médias e pequenas empresas trabalharem.

A sigla em português vem ganhando espaço, mas é mais comum ouvirmos e nos referirmos a ela pelo significado das palavras em inglês, passando então a sigla para ESG.
A sigla surgiu e começou a ganhar visibilidade à partir da atuação do Pacto Global, uma iniciativa da ONU que tem como principal objetivo, apoiar e desenvolver ações que contribuem para o enfrentamento dos desafios da sociedade, que engloba temas somo sustentabilidade, direitos humanos, trabalho, gestão e ações anticorrupção.
A Pacto Global, junto com outras instituições do mercado financeiro, desenvolveram um documento chamado “Ganha Quem se Importa”, que falava principalmente sobre a conexão do mercado financeiro com um mundo de mudança, baseado principalmente em uma melhor integração ambiental, social e de governança empresarial.
Daí o ESG (Environmental, Social and Governance).
Um dos principais objetivos dessa publicação era mostrar que melhores investimentos de mercado associados à sociedades sustentáveis geravam resultados melhores como um mercado financeiro mais forte e resiliente, mais confiança nas instituições financeiras, reforço para um desenvolvimento sustentável, onde os negócios e projetos tenham que ser sustentáveis economicamente, socialmente e ambientalmente.
Tudo isso gera também um maior envolvimento e uma maior compreensão de todos os envolvidos, uma vez que como base do ASG, temos a transparência de ações.
Como uma das principais intenções desse espaço, é democratizar o conceito e os movimentos da Sustentabilidade, precisamos entender que sustentabilidade não é só para governo, ou só para empresas, é para todo mundo, como relacionou a artigo Ganha Quem se Importa.
As nossas ações como governo impactam em uma esfera maior, que as ações das corporações, que geram mais impacto do que as nossas ações como indivíduos. Mas pensar que nós indivíduos não temos impacto, não justifica empresas e governo desenvolverem produtos e serviços para que nós, indivíduos, possamos usar e adotar.
Vocês sabiam que o mercado financeiro no Brasil, nos últimos 12 meses, teve um incremento de 25% nos fundos de investimento ESG?
Você sabia que, se você, que investe na bolsa de valores, pode investir em fundos de investimento ESG? A Bolsa de Valores de São Paulo tem a [B]³, que possui um índice que auxilia o investidor a gerenciar riscos reputacionais e analisar os impactos sociais, ambientais e de integridade dos seus investimentos?
Tem também O BTG Pactual, que lançou o ETF (ESGB11), fundo de índice negociado em bolsa que considera aspectos ambientais, sociais e de governança (ESG) das empresas constituintes. O ESGB11 replicará a carteira do índice S&P/B3 Brasil ESG.
Existem vários outros índices.
Para quem não está no mercado, existem empresas que adotam os conceitos das BCorp e do Capitalismo Consciente para produção, venda e relação com seus colaboradores e funcionários.
No próximo artigo eu volto para nos aprofundarmos mais sobre isso.









