A primeira quinzena de setembro finaliza com a temperatura subindo quanto aos pleitos municipais. Troca de farpas, posicionamento por votos e apoio mais concreto deram o tom da semana.
Acompanhe o resumo dos principais acontecimentos e análises dessa semana.
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Provocações I
A última terça-feira (10) coincidiu como o dia em que candidatos rivais do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), apontaram seus arsenais em direção àquele que busca reeleição. Pazolini, em material exibido antes ao petista João Coser, exaltou o número de escolas que se transformaram de tempo integral, além de outras conquistas. Também colocou crianças para atestarem que há um serviço de qualidade na cidade.
Provocações II
Coser exibiu contraponto quanto à educação na Capital. O deputado estadual licenciado questionou que o modelo de escola em tempo integral não atende às famílias, visto que às 16h as escolas fecham. Classificou tudo como irresponsabilidade. Prometeu que, se eleito, vai retomar essa modalidade de ensino como crê que deva ser.
Provocações III
O tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB), por sua vez, foi pelo caminho da segurança (ou insegurança, na visão dele). Em seu programa, mostrou pontos com baixa iluminação e duas personagens com receio de assalto em ponto de ônibus. Questionou a ausência de diálogo da prefeitura e afirmou que “sozinho só funciona em filme de super-herói”.
Provocações IV
Já Pazolini, durante evento do Arrancada 10, fez provocações veladas ao PT, especialmente quanto ao imaginário do antipetismo a nível federal. “Vitória passou quatro anos sem nenhum problema com desvio de dinheiro público. Você não leu em jornal, você não leu na internet nenhum problema de corrupção na prefeitura. Você não ouviu dizer sobre coisa errada na prefeitura. Você não ouviu dizer sobre superfaturamento de obras e olha que nós fizemos os maiores investimentos da história da cidade”, disse o prefeito para a militância. Recados e provocações anotados?
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Votos conservadores I
O último fim de semana entre os principais oponentes de Vila Velha foi marcado pela caçada aos votos das alas mais conservadoras. No sábado, durante o 7 de setembro, o Coronel Alexandre Ramalho (PL) esteve presente à manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, que teve a participação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Votos conservadores II
Em contrapartida, no último domingo (8), Arnaldinho Borgo (Podemos), que busca a reeleição, participou de um momento de oração e exaltou quando recebeu um abraço de uma criança. “Gesto simples, genuíno e divino: um abraço durante a oração. Naquele instante, senti como se fosse uma resposta de Deus, um lembrete de que Ele está presente nos pequenos gestos de amor e sinceridade”, disse o prefeito.
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Tudo ou nada I
O governador do Estado, Renato Casagrande (PSB), colocou os dois pés – e o corpo inteiro – na campanha de Weverson Meireles (PDT) na Serra. Nessa quinta-feira (12), o chefe do Executivo estadual realizou a primeira aparição pública com pedido de votos para o candidato chancelado pelo prefeito da Serra, Sergio Vidigal (PDT).
Tudo ou nada II
Trata-se de um movimento de tudo ou nada para o governo. Ao assumir um lado, o governador se torna sócio da candidatura. Pode ser que seja bem-sucedido, mas também pode amargar uma derrota, o que não seria nem bom para ele e nem para Vidigal.
Tudo ou nada III
Coincidência ou não, o empurrão do socialista acontece em cenário no qual o jogo na Serra, segundo as pesquisas de intenções de voto, está bem parelho. Audifax Barcelos (Progressistas), que já foi aliado de Casagrande, lidera, mas Weverson se aproxima cada vez mais do segundo lugar nos levantamentos, que é o deputado estadual Pablo Muribeca (Republicanos).
Tudo ou nada IV
Um eventual triunfo do deputado estadual e mais a possível reeleição de Lorenzo Pazolini (Republicanos) poderia ter consequências pesadas para Casagrande e aliados. A chegada de Audifax, nos bastidores, é vista como menos danosa.
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Campanha na advocacia I
Coluna Bastidores, publicada na edição digital desta semana de ES Hoje, traz a movimentação para a disputa da OAB/ES. O atual presidente da OAB Vila Velha, Neffa Junior, definiu sua vice para disputar as eleições para presidente da seccional Espírito Santo. A escolhida foi a advogada de Itapemirim, Elisa Galante.
Campanha na advocacia II
Pesquisa de consumo interno de um dos candidatos aponta que o atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Espírito Santo, José Carlos Rizk Filho, lidera as intenções de votos, seguido de um empate técnico entre os três demais concorrentes: Erica Neves, Neffa Júnior e Ben-Hur Farina.
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Foto da semana
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) compareceu, na última terça-feira (10), ao evento de lançamento da candidatura de Capitã Estéfane (Podemos), atual vice-prefeita, para vereadora de Vitória. Vale lembrar que, na teoria, o Podemos não fechou com ninguém para a majoritária. Na teoria…
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