No município de Serra, desde as eleições de 1996, revezam no poder Executivo municipal Sergio Vidigal (PDT) e Audifax Barcelos (Progressistas). São quase 30 anos nesta ciranda administrativa. A população saltou de 320 mil moradores, em 2000, para mais de 520 mil, em 2022, além da diversificação de perfis dos habitantes. Nada disso, no entanto, alterou a alternância entre os dois maiores líderes políticos na cidade.
No ano de 2020, quando já não poderia disputar um terceiro mandato consecutivo, Audifax falhou por não eleger como sucessor Fabio Duarte. Desta vez, mesmo podendo, o prefeito Sergio Vidigal anunciou que não estará no pleito como candidato, mas como principal cabo eleitoral de Weverson Barcelos.
Diante disso o Instituto Perfil realizou pesquisa na cidade e estimulou possibilidades de segundo turno. E, num confronto direto entre Audifax e o candidato do prefeito Vidigal, o progressista se mostra em vantagem.
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Aos eleitores foi perguntado em qual nome votaria numa possibilidade de segundo turno entre os dois e 51,13% respondeu que Audifax seria sua opção, enquanto 16,38% escolheriam Weverson. Um percentual de 20,63% se mostrou indeciso e se as eleições fossem hoje 11,88% disseram que votariam branco ou nulo.

Em cenário onde para uma segunda etapa da disputa fossem Audifax e o deputado estadual Pablo Muribeca (Republicanos), o ex-prefeito sai na frente, mas cai para 46%, enquanto o parlamentar alcança 33%. 8,75% votariam branco ou nulo e 12,25% não soube responder.
Influência de Casagrande
O candidato que tiver o apoio do governador Renato Casagrande (PSB) pode crescer nas intenções de votos, uma vez que para 23,5% a posição do comandante do Palácio Anchieta tem muita influência, para 20,5% tem pouca e 15,13% interfere de forma mediana. Já 37,38% não leva em consideração o posicionamento de Casagrande enquanto 3,5% não soube responder.









