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Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS

O governo está aos poucos substituindo quem negocia com os estudantes: o secretário André Garcia (Ações Estratégicas) foi o escolhido. Ontem e hoje Os estudantes questionam o fato de, no passado, o PT ter sido um partido de extrema militância política, o que tiraria a propriedade do vice-governador, Givaldo Vieira, de questionar a ação dos militantes de hoje. Porta fechada Renato Casagrande (PSB) não deve, mesmo, receber o movimento estudantil.

O medo é que ao ceder, outras categorias passem a fazer manifestos com a intenção de serem recebidas pelo governador. Faz sentido. Novo encontro O governo fará uma nova reunião com líderes de grêmios estudantis na sede da Secretaria de Estado dos Transportes no dia 27, às 17h. De pombal a galinheiro Endividado, o ex-deputado estadual Jardel dos Idosos (PSL) vendeu seus 600 pombos para um deputado estadual. ?Por ser parte do contrato?, o ex-parlamentar não revela o nome do santo (?), mas garante que uma parte da negociação foi em dinheiro e a outra, vejam só, em um matadouro de galinhas do pé fino. Henrique na berlinda PTN, PTB, PSC, PV, PDT, PR, PHS e PT do B de São Gabriel da Palha se reúnem neste sábado (18) para discutir o endosso, ou não, à pré-candidatura do deputado estadual Henrique Vargas (PRP) à prefeitura do município no ano que vem.

Marcha das opiniões Sobre a Marcha da Maconha, que ocorre neste sábado, em Vitória, o vereador de Vila Velha João Batista, o Babá do PT, acha que os dependentes precisam de tratamento. Colega de parlamento, Almir Neves (PRP) diz que se fizerem um movimento desses no município canela-verde, realiza outro, em favor da família, no mesmo dia.

Direitos As mudanças na Lei de Direitos Autorais é tema de audiência pública que a Câmara de Vereadores de Vitória realiza na próxima segunda (20), às 18h. Entre os debatedores estão Magdalena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Minas Gerais (Sated/MG), e Eduardo Salles Pimenta, doutorando em Direito.

Prestígio O governador Casagrande, secretários de Estado e a nata do empresariado capixaba esteviveram ontem, em um cerimonial da ilha, na despedida de Lucas Izoton, que deixa a presidência da Findes na próxima semana, e passa a faixa para o sucessor, Marcos Guerra. DEU NO TWITTER @josiasdavitoria | Deputado estadual pelo PDT, presidente da Comissão de Educação da Assembleia ?Alguns estudantes têm reivindicações legítimas, e não podemos nos furtar da nossa obrigação em discutir o assunto.?

Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS

As novas prisões decretadas nesta terça-feira (15), durante os desdobramentos da Operação Derrama, foram solicitadas pela polícia à Justiça, devido o que foi encontrado nos documentos apreendidos na sede da empresa CMS Assessoria e Consultoria LTDA, na casa dos proprietários da empresa – Claudio Mucio Salazar e Claudio Mucio Salazar Filho -, e nas prefeituras, em dezembro passado.

Segundo a decisão do Juiz Marcelo Loureiro, que decretou a prisão de 26 pessoas, os documentos apontavam semelhança nas irregularidades nos contratos, que lesaram os cofres dos municípios. Os advogados presos poderão cumprir em regime domiciliar, sob escolta policial.

Na primeira etapa da operação, em 27 de dezembro de 2012, o delegado responsável pela operação, Jordano Leite, explicou que havia parcelas mensais, na ordem de R$ 400 mil, a serem pagos para a CMS a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50. O escritório (CMS) tinha que receber ainda que o município não recebesse, expondo o município a um risco gravíssimo”, destacou Leite, na ocasião.

Segundo o juiz, “a participação dos prefeitos de cada um dos municípios foram essenciais para que o agigantamento dos trabalhos, lucro e influência da referida pessoa jurídica, sempre por meio de dispensa licitatória”, descreveu em sua decisão. Ainda na decisão, Loureiro afirma que havia conluio entre Claudio Mucio e Claudio filho com os prefeitos, procuradores municipais e secretários de Fazenda para a contratação da CMS.

Um dos exemplos foi a declaração da secretária de gabinete do ex-prefeito Ademar Devens, de Aracruz, Ilza Carvalho Fernandes, dando conta de reuniões com a participação do prefeito, com intuito de contratar a CMS. E ainda que Durval Valentin do Nascimento Blank, Marcelos Ribeiro de Freitas, Cleverson Mattiuzzi, Valter Rocha Loureiro atuavam em favor da empresa de assessoria e consultoria.

Nas casas dos empresários foram encontrados documentos públicos vinculados às atividades de fiscalização tributária de vários municípios, o que apontou um acesso irrestrito e ilimitado de Claudio e Claudio Filho a dados do poder tributário. “O que expõe um veículo associativo promíscuo e danoso à própria governabilidade dos municípios envolvidos e insegurança jurídica e social aos contribuintes e cidadãos em geral, sujeitos a toda sorte de barganhas e cooptações inerentes e obrigações fiscais”, destacou o magistrado em sua decisão.

Durante a investigação o Nuroc revelou à Justiça que encontrou dificuldades por parte dos servidores das cidades investigadas, incluindo a destruição de provas das ilicitudes. Outras informações policiais e que apontou mais um indício das fraudes foi o enriquecimentos dos sócios da CMS. Nos anos de 2010 e 2011, os delegados da Polícia Civil constataram evolução patrimonial exorbitante – “típica evidência de lavagem de dinheiro”, conforme aponta inquérito policial.

A polícia solicitou à Justiça a prisão dos envolvidos, com receio da destruição de provas contra eles.

Saiba a relação da empresa com os municípios:

CMS x Aracruz

Recebia cerca de R$400 mil por mês a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50”, disse.

A empresa era contratada para arrecadar tributos e, para isso, detinha amplos poderes para execução de leis tributárias. Porém, essa prática é proibida pela Constituição Federal e pelo Código Tributário Nacional.
Para burlar o processo licitatório, a terceirizada apresentava-se como “única” na prestação de serviço de consultoria e, com isso, celebrava os contratos com as prefeituras. Porém, os serviços oferecidos podiam ser oferecidos por qualquer escritório de advocacia especializado na matéria.
O Tribunal de Contas iniciou investigação a partir de o órgão controlador, em meados de 2012, apontar que fiscais municipais de Aracruz recebiam gratificações de R$ 8,9 milhões, dividido entre os servidores. O valor teria sido descontado em cima de 33 milhões de reais, provenientes da recuperação de crédito. Esse fato, somado a outros indícios de irregularidades, foram decisivas à suspensão do pagamento de futuras bonificações, suspensão do contrato 242/2010, com a CMS, na sessão plenária de 18 de outubro.  Ele disse que antes disso, em meados de 2012, o assunto já tinha sido levado a conhecimento do Nuroc, já que o Núcleo tem o poder para pedir a quebra de sigilo telefônico e bancários.
Durante a relatoria do processo, no pleno, o relator do processo, o conselheiro substituto João Luiz Cotta Lovatti, explicou que a prática de bonificação é algo permitido por lei. No entanto, usou as palavras “não o oferecimento de gratificação milionária a fiscais de tributos”, enfatizando que o bônus pago, em princípio, dava indicativos de ser abusivo e ilegal.
No voto, o relator Cotta Lovatti, determinou a suspensão de quaisquer atos referentes ao contrato, inclusive, possíveis aditivos; e a interrupção de pagamentos de gratificação a fiscais até o julgamento do mérito.

CMS x Linhares

A empresa, por meio de contratação direta, assinada pela secretária de Finanças, Analice Gobeti, em 2007, com valor de R$ 8 mil e honorários de risco, que seriam devidos quando da recuperação de receitas, com entrada comprovada nos confres municipais. De acordo com o Tribunal de Contas do Espírito Santo, o ex-prefeito Guerino Zanon informou ter pago nos anos de 2007, 2008, 2010 e 2011 o valor total de R$ 4.389.204,49.

CMS x Guarapari

O contrato original entre a prefeitura e a empresa foi celebrado em 26 de junho de 2007, visando a consultoria e o assessoramento tributário/fiscal, no escopo de recolher Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), sobre atividades ligadas à indústria do petróleo e gás natural. Não houve licitação e o pagamento era na proporção de 0,99% da medida administrativa definida pela prefeitura. O prefeito contratou a empresa, contrariando a decisão do procurador, que indeferiu em parecer jurídico, em 14 de julho de 2011.

CMS x Anchieta

Em 1999 e 2000 o auditor fiscal da Prefeitura de Vitória, Claudio Mucio Salazar Pinto foi contratado – como pessoa física – para prestar o mesmo serviço de consultoria e assessoria pelo então prefeito, Moacyr Carone. Dois anos depois, Carone fez novo contrato, porém, desta vez, com Claudio por meio da empresa CMS Assessoria e Consultoria S/C LTDA, para a elaboração do Código Tributário Municipal. O valor do contrato foi de R$ 25,9 mil.

Em 2004, mais um contrato – o quarto (093/02), com vigência até 31 de dezembro daquele mesmo ano. Quanto a remuneração, ficou estipulado que 0,99% no caso de ISSQN e 0,3% para os demais casos, sendo que o valor a ser pagos pelos serviços seriam devidos se apurado aumento no valor da base de cálculo de cada contribuinte, em relação ao valor declarado ou não – sempre 30 dias após o processo fiscal concluído.
Um termo aditivo foi assinado em 06 de dezembro de 2004, alterando clausulas, sobretudo no que tinha relação com o pagamento. Prevendo mais regras rígidas e revelando as ilegalidades como: prazo de cinco dias após findado o processo, para pagar; caro a prefeitura recebesse pagamento de impostos decorrente a recuperação, o pagamento seria imediato a CMS; caso a prefeitura desistisse do processo, o pagamento seria integral; juros de 1% ao mesmo no atraso do pagamento e multa de 20% sobre o valor não pago.
Com Edival Petri um quinto contrato foi assinado (056/2009), com prazo de vigência até 31/12/2012, podendo ser prorrogado. A CMS passaria a realizar atividades de fiscalização tributária, como se o serviço tivesse passado a ser privatizado. Suas funções eram: recuperação de receita de contribuintes do IPTU, ITBI e ISSQ, incluindo à prestação de serviços relacionados a pesquisa, exploração, produção e distribuição de petróleo e gás natural; atualização de dados de unidades imobiliárias; levantamento de dados juntos aos documentos fiscais e contábeis de contribuintes e terceiros; monitoramento, consultoria e assessoramento das ações tributárias; acompanhamento da fiscalização, supervisão, consultoria, assessoramento e acompanhando de processos administrativos tributários fiscais até a inscrição em dívida ativa; auditoria e outros.

CMS x Jaguaré

Em 2006, com o parecer favorável do procurador geral, Solimar Gaugher, o então prefeito Rogério Feitani firmou contrato com a CMS (067/2006), também com o objetivo de recuperação de receitas. O contrato também era no valor superior a R$ 4 milhões. Naquele mesmo ano, em 28 de junho, firmou o primeiro aditivo contratual, incluindo atividades de recuperação de receita do IPTU e revisão de DOT’s na divisão do ICMS das empresas exploradoras de petróleo e gás natural. O contrato foi prorrogado até 31 de dezembro de 2007.

CMS x Marataízes

Firmado em 03 de novembro de 2003, objetivando a consultoria e assessoramento tributário/fiscal, para recolher ISSQN, quando incidente sobre atividades econômicas ligadas à indústria de petróleo e gás natural. O valor do contrato era de R$ 12 mil. A polícia apurou que o município repassou à CMS R$ 319.862,44.

Operação Derrama: novas prisões foram pedidas após análise de material apreendido na CMS

As novas prisões decretadas nesta terça-feira (15), durante os desdobramentos da Operação Derrama, foram solicitadas pela polícia à Justiça, devido o que foi encontrado nos documentos apreendidos na sede da empresa CMS Assessoria e Consultoria LTDA, na casa dos proprietários da empresa – Claudio Mucio Salazar e Claudio Mucio Salazar Filho -, e nas prefeituras, em dezembro passado.

Segundo a decisão do Juiz Marcelo Loureiro, que decretou a prisão de 26 pessoas, os documentos apontavam semelhança nas irregularidades nos contratos, que lesaram os cofres dos municípios. Os advogados presos poderão cumprir em regime domiciliar, sob escolta policial.

Na primeira etapa da operação, em 27 de dezembro de 2012, o delegado responsável pela operação, Jordano Leite, explicou que havia parcelas mensais, na ordem de R$ 400 mil, a serem pagos para a CMS a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50. O escritório (CMS) tinha que receber ainda que o município não recebesse, expondo o município a um risco gravíssimo”, destacou Leite, na ocasião.

Segundo o juiz, “a participação dos prefeitos de cada um dos municípios foram essenciais para que o agigantamento dos trabalhos, lucro e influência da referida pessoa jurídica, sempre por meio de dispensa licitatória”, descreveu em sua decisão. Ainda na decisão, Loureiro afirma que havia conluio entre Claudio Mucio e Claudio filho com os prefeitos, procuradores municipais e secretários de Fazenda para a contratação da CMS.

Um dos exemplos foi a declaração da secretária de gabinete do ex-prefeito Ademar Devens, de Aracruz, Ilza Carvalho Fernandes, dando conta de reuniões com a participação do prefeito, com intuito de contratar a CMS. E ainda que Durval Valentin do Nascimento Blank, Marcelos Ribeiro de Freitas, Cleverson Mattiuzzi, Valter Rocha Loureiro atuavam em favor da empresa de assessoria e consultoria.

Nas casas dos empresários foram encontrados documentos públicos vinculados às atividades de fiscalização tributária de vários municípios, o que apontou um acesso irrestrito e ilimitado de Claudio e Claudio Filho a dados do poder tributário. “O que expõe um veículo associativo promíscuo e danoso à própria governabilidade dos municípios envolvidos e insegurança jurídica e social aos contribuintes e cidadãos em geral, sujeitos a toda sorte de barganhas e cooptações inerentes e obrigações fiscais”, destacou o magistrado em sua decisão.

Durante a investigação o Nuroc revelou à Justiça que encontrou dificuldades por parte dos servidores das cidades investigadas, incluindo a destruição de provas das ilicitudes. Outras informações policiais e que apontou mais um indício das fraudes foi o enriquecimentos dos sócios da CMS. Nos anos de 2010 e 2011, os delegados da Polícia Civil constataram evolução patrimonial exorbitante – “típica evidência de lavagem de dinheiro”, conforme aponta inquérito policial.

A polícia solicitou à Justiça a prisão dos envolvidos, com receio da destruição de provas contra eles.

Saiba a relação da empresa com os municípios:

CMS x Aracruz

Recebia cerca de R$400 mil por mês a título de honorários prestados a Aracruz. A empresa detinha 40% do valor das multas aplicadas, a quantia era rateada entre a terceirizada e fiscais do município. “Uma empresa vítima do esquema foi autuada em R$ 246.103.995,50”, disse.

A empresa era contratada para arrecadar tributos e, para isso, detinha amplos poderes para execução de leis tributárias. Porém, essa prática é proibida pela Constituição Federal e pelo Código Tributário Nacional.
Para burlar o processo licitatório, a terceirizada apresentava-se como “única” na prestação de serviço de consultoria e, com isso, celebrava os contratos com as prefeituras. Porém, os serviços oferecidos podiam ser oferecidos por qualquer escritório de advocacia especializado na matéria.
O Tribunal de Contas iniciou investigação a partir de o órgão controlador, em meados de 2012, apontar que fiscais municipais de Aracruz recebiam gratificações de R$ 8,9 milhões, dividido entre os servidores. O valor teria sido descontado em cima de 33 milhões de reais, provenientes da recuperação de crédito. Esse fato, somado a outros indícios de irregularidades, foram decisivas à suspensão do pagamento de futuras bonificações, suspensão do contrato 242/2010, com a CMS, na sessão plenária de 18 de outubro.  Ele disse que antes disso, em meados de 2012, o assunto já tinha sido levado a conhecimento do Nuroc, já que o Núcleo tem o poder para pedir a quebra de sigilo telefônico e bancários.
Durante a relatoria do processo, no pleno, o relator do processo, o conselheiro substituto João Luiz Cotta Lovatti, explicou que a prática de bonificação é algo permitido por lei. No entanto, usou as palavras “não o oferecimento de gratificação milionária a fiscais de tributos”, enfatizando que o bônus pago, em princípio, dava indicativos de ser abusivo e ilegal.
No voto, o relator Cotta Lovatti, determinou a suspensão de quaisquer atos referentes ao contrato, inclusive, possíveis aditivos; e a interrupção de pagamentos de gratificação a fiscais até o julgamento do mérito.

CMS x Linhares

A empresa, por meio de contratação direta, assinada pela secretária de Finanças, Analice Gobeti, em 2007, com valor de R$ 8 mil e honorários de risco, que seriam devidos quando da recuperação de receitas, com entrada comprovada nos confres municipais. De acordo com o Tribunal de Contas do Espírito Santo, o ex-prefeito Guerino Zanon informou ter pago nos anos de 2007, 2008, 2010 e 2011 o valor total de R$ 4.389.204,49.

CMS x Guarapari

O contrato original entre a prefeitura e a empresa foi celebrado em 26 de junho de 2007, visando a consultoria e o assessoramento tributário/fiscal, no escopo de recolher Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), sobre atividades ligadas à indústria do petróleo e gás natural. Não houve licitação e o pagamento era na proporção de 0,99% da medida administrativa definida pela prefeitura. O prefeito contratou a empresa, contrariando a decisão do procurador, que indeferiu em parecer jurídico, em 14 de julho de 2011.

CMS x Anchieta

Em 1999 e 2000 o auditor fiscal da Prefeitura de Vitória, Claudio Mucio Salazar Pinto foi contratado – como pessoa física – para prestar o mesmo serviço de consultoria e assessoria pelo então prefeito, Moacyr Carone. Dois anos depois, Carone fez novo contrato, porém, desta vez, com Claudio por meio da empresa CMS Assessoria e Consultoria S/C LTDA, para a elaboração do Código Tributário Municipal. O valor do contrato foi de R$ 25,9 mil.

Em 2004, mais um contrato – o quarto (093/02), com vigência até 31 de dezembro daquele mesmo ano. Quanto a remuneração, ficou estipulado que 0,99% no caso de ISSQN e 0,3% para os demais casos, sendo que o valor a ser pagos pelos serviços seriam devidos se apurado aumento no valor da base de cálculo de cada contribuinte, em relação ao valor declarado ou não – sempre 30 dias após o processo fiscal concluído.
Um termo aditivo foi assinado em 06 de dezembro de 2004, alterando clausulas, sobretudo no que tinha relação com o pagamento. Prevendo mais regras rígidas e revelando as ilegalidades como: prazo de cinco dias após findado o processo, para pagar; caro a prefeitura recebesse pagamento de impostos decorrente a recuperação, o pagamento seria imediato a CMS; caso a prefeitura desistisse do processo, o pagamento seria integral; juros de 1% ao mesmo no atraso do pagamento e multa de 20% sobre o valor não pago.
Com Edival Petri um quinto contrato foi assinado (056/2009), com prazo de vigência até 31/12/2012, podendo ser prorrogado. A CMS passaria a realizar atividades de fiscalização tributária, como se o serviço tivesse passado a ser privatizado. Suas funções eram: recuperação de receita de contribuintes do IPTU, ITBI e ISSQ, incluindo à prestação de serviços relacionados a pesquisa, exploração, produção e distribuição de petróleo e gás natural; atualização de dados de unidades imobiliárias; levantamento de dados juntos aos documentos fiscais e contábeis de contribuintes e terceiros; monitoramento, consultoria e assessoramento das ações tributárias; acompanhamento da fiscalização, supervisão, consultoria, assessoramento e acompanhando de processos administrativos tributários fiscais até a inscrição em dívida ativa; auditoria e outros.

CMS x Jaguaré

Em 2006, com o parecer favorável do procurador geral, Solimar Gaugher, o então prefeito Rogério Feitani firmou contrato com a CMS (067/2006), também com o objetivo de recuperação de receitas. O contrato também era no valor superior a R$ 4 milhões. Naquele mesmo ano, em 28 de junho, firmou o primeiro aditivo contratual, incluindo atividades de recuperação de receita do IPTU e revisão de DOT’s na divisão do ICMS das empresas exploradoras de petróleo e gás natural. O contrato foi prorrogado até 31 de dezembro de 2007.

CMS x Marataízes

Firmado em 03 de novembro de 2003, objetivando a consultoria e assessoramento tributário/fiscal, para recolher ISSQN, quando incidente sobre atividades econômicas ligadas à indústria de petróleo e gás natural. O valor do contrato era de R$ 12 mil. A polícia apurou que o município repassou à CMS R$ 319.862,44.

Batata doce é o carboidrato ideal para emagrecer

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Batata_doceMuitas dietas pregam o corte de carboidratos da alimentação para emagrecer de forma mais rápida. Mas esses alimentos são responsáveis por dar energia, por isso não devem ser eliminados da dieta, especialmente se você malha. Se a ideia é perder peso, invista em carboidratos “do bem”, como a batata doce.

Queridinho de fisiculturistas e atletas, esse tipo de batata não é recomendado apenas para quem pratica alguma atividade física, mas também para quem deseja emagrecer. “Ela tem um baixo índice glicêmico, ou seja, a energia contida nela é liberada gradualmente no organismo, aumentando a sensação de saciedade”, explica a nutricionista Elaine Fontes.

Além disso, segundo a nutricionista Renata Fidelis, a batata doce apresenta maior teor de vitamina A e de cálcio do que a batata normal. “Ela também é fonte de vitamina C, fósforo e potássio, o que garante mais energia para o metabolismo”, acrescenta.

Elaine Fontes afirma que a vitamina A é antioxidante, portanto o consumo do alimento é ótimo para quem pratica alguma atividade física. “Quando a pessoa está correndo, por exemplo, ela libera radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce, e essa vitamina na composição da batata tem um componente que impede isso”, declara.

Com apenas 116 calorias a cada 100 gramas, a batata doce costuma ser associada ao frango para potencializar o rendimento do treino. “O frango é uma proteína de alto valor biológico, portanto o ideal é comê-lo com a batata doce duas horas depois do treino para ter o benefício”, explica Fontes.

As nutricionistas ressaltam que a batata deve ser cozida, assada, na sopa ou como purê e ingerida duas vezes por semana. “Pode comer o frango e a batata doce duas vezes por semana e buscar outros alimentos com índice glicêmico baixo”, completa.

Plano soterrado

Nos bastidores, que o partido tenha candidatura própria em Cachoeiro de Itapemirim, o que joga areia sobre o apoio de Roberto Valadão (PMDB) a Theodorico Ferraço (DEM/ fotos) em 2012.

Soterramento que segue

Sem Valadão, Ferraço-pai perde considerável tempo de rádio e tevê e o apoio do partido que tem a segunda maior bancada na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa.

Blocão sem prefeita

O grupo liderado pelo deputado Henrique Vargas (PRP) em São Gabriel da Palha lançou, em reunião recente, três nomes como pré-candidatos nas próximas eleições municipais. Além do republicano, o ex-prefeito Jair Ferreira (PTB) e José Roque (PSB) são apontados como preparados. Representantes de nove siglas estiveram presentes á reunião. Registro para a ausência do PMN, partido da prefeita Raquel Lessa, que deve lançar candidato próprio.

A propósito…

O blocão tem pleiteado o apoio do recém-criado PSD de Enivaldo dos Anjos, liderança forte em Barra de São Francisco e em São Gabriel.

Casadinhos

PT e PP devem sair juntos nas eleições do ano ano que vem na Capital.

Mais eleição

O PDT acertou a pré-candidatura a prefeito de Vargem Alta: Eliézer Cardoso é o nome.

Derrota

O ex-deputado estadual, José Carlos Gratz sofreu mais uma derrota no Tribunal Superior Eleitoral.

Passando a régua

O corte de 193 cargos comissionados da secretaria da Assembleia Legislativa será mantido com o prazo original previsto na lei aprovada no fim do ano passado: 30 de junho deste ano. Vozes destoantes dentro dos parlamentares pediam a prorrogação do prazo para até o fim deste ano, quando será realizado o concurso público para o preenchimento de vagas.

BR vigiada

O deputado Paulo Foletto (PSB) resolveu indagar o superintendente do DNIT, Halpher Luiggi, sobre o andamento das obras do trecho que compreende os quilômetros 26 e 28 da BR-259, onde fica o Distrito de São Gabriel da Baunilha. Quer realizar uma audiência pública no local para colher sugestões da sociedade que vive na região e levá-las ao departamento de infraestrutura.

É São João!

O governo teria pedido a seu líder na Assembleia, Marcelo Coelho (PDT), que articulasse com os deputados da base – ou seja: todos – para que não emitissem opinião sobre o cancelamento do Fórum Nacional da Reforma Eleitoral, ocorrido na semana passada. Com a atitude, o governo evita a superexposição do fato e o endeusamento da manifestação dos estudantes. Além, é claro, de colocar menos lenha na fogueira – já bem queimada – do Estado nessa situação.

Crônica de uma aprovação anunciada

O ex-governador Paulo Hartung (PMDB) terá suas contas julgadas no próximo dia 30, às 10h, no Tribunal de Contas do Estado (TCEES), onde, durante seus oito anos de gestão, participou com indicações de três dos sete conselheiros. Alguém tem dúvidas sobre a aprovação das contas do peemedebista?

O iminente Efeito Cascata

O TSE julga, na noite de hoje, processo sobre validade da votação de um deputado federal do PTdoB. Se o entendimento for pela recontagem dos votos, os tribunais regionais utilização de jurisprudência, o que validam os votos de Gilson Gomes (PSDC), da coligação com o PDT. Primeira-suplente da coligação, Aparecida Denadai (PDT) pode voltar à Assembleia no lugar do menos votar Wanildo Sarnáglia (PTdoB).

DEU NO TWITTER @MarcosFelix58 |

Marcos Félix, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico “Reunião muito produtiva com o Autemar ( Infraero-ES). Com medidas criativas teremos importantes avanços para o bem estar dos passageiros.”

Afinando os instrumentos

Um acordo para fazer oposição mais forte à dobradinha formada pelos deputados pré-candidatos Paulo Foletto (PSB) e Josias da Vitória (PDT) está sendo firmado entre Balestrassi, ex-prefeito do município, e Leonardo Deptulski (PT), o atual. O ex, que até então apenas apoiaria o petista, pode ser candidato com o apoio de Deptulski – ou o vice-versa.

Tudo ou nada

Balestrassi namora o PSDB e o PP, mas as correntes políticas apostam em sua migração para o ninho tucano. Liderança colatinense ligada à administração municipal endossou a candidatura de Balestrassi como alternativa para o não-esquecimento: “Mesmo que ele [Guerino] não entre com a pompa toda, precisa ser candidato, porque em Colatina, quem fica mais de dois anos sem aparecer é esquecido e perde força; veja o exemplo de Marcelino [Fraga]”, comparou.

No mais…

PSDB e PT têm deixado suas diferenças políticas de lado e, cada vez mais, ensaiado casamento juntos. Isto é que é democracia!

Ibope nas alturas

Quem mantém conversas próximas com o PDT é o ex-deputado Rafael Favatto, ainda no PR. O partido quer que ele seja candidato a prefeito em Vila Velha. Favatto ainda analisa as propostas dos pedetistas e do PSD de Enivaldo.

É big, é big!

Neucimar Fraga (PR), o prefeito canela-verde, comemorou seu aniversário com festa para 300 convidados, ontem à noite, no Centro de Convenções de Vila Velha. A ausência do senador Magno Malta (PR), seu padrinho político, foi sentida por parte dos convidados.

A bordo

Neucimar, a propósito, acordou bem cedo hoje. Antes das 6h já estava no Aeroporto Eurico Salles, em Vitória, e às 6h30 embarcava num voo rumo a São Paulo.

Nada com isto

O prefeito Wilson Japonês esteve hoje com o ministro Alexandre Padilha (Saúde), em Brasíia, para pedir recursos para a construção de um hospital infantil em Nova Venécia. Gentilmente, o ministro petista pediu que o prefeito solicitasse a verba do Governo do Estado.

Suando a camisa

A bancada do PRP na Assembleia estará em peso na corrida Dez Milhas Garoto, no dia 7 de agosto. Henrique Vargas e Dary Pagung confirmaram presença e pegarão umas aulas com o veterano deputado federal Lelo Coimbra (PMDB).

Aos leitores

Por um problema técnico, a coluna de ontem não foi publicada.

DEU NO TWITTER @eniobergoli |

Secretário de Estado da Agricultura, Aquicultura e Pesca “Após reunião em Ponto Belo c/ lideranças rurais, retorno p/ Vix convencido de nosso potencial p/ produzir energia renovável de biomassa.”