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Luciano quer liderar prefeitos em apoio à reeleição de Casagrande

Quando pediu que Luciano Rezende (PPS) desistisse de concorrer à prefeitura de Vitória, o ex-governador Paulo Hartung (PMDB), talvez, não imaginasse que estaria criando um inimigo político. Luciano, que antes via Hartung como conselheiro político, hoje diz que não tem relação alguma com o peemedebista.

“Eu não tenho nenhuma relação com o ex-governador Paulo Hartung desde o dia 21 de junho de 2012, quando fizemos a última conversa”, disse o prefeito de Vitória em entrevista o FernandoCarreiro.com/ESHOJE. Esta, provavelmente, foi a data que Luciano ouviu do ex-chefe do Executivo estadual, que deveria desistir da disputa e apoiar a candidatura de Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB).

O prefeito, como circula nos bastidores da política capixaba, ouviu o contrário do governador Renato Casagrande (PSB), e não seguiu o que recomendou seu ex-conselheiro político. Acertou, pois derrotou o tucano nas urnas.

O apoio de Casagrande – que abraçou a campanha do PPS – rendeu-lhe um grande aliado. Luciano Rezende quer liderar os prefeitos da Grande Vitória num projeto de apoio à reeleição de Casagrande. E seu movimento já estaria sendo de conversar com os prefeitos.

“Eu defendo ardorosamente que o governador Renato Casagrande dispute a reeleição. (…)A minha decisão pessoal e definitiva é em relação à candidatura a governador”, disse Luciano a Carreiro. E mais: numa eventual disputa entre Paulo Hartung e Renato Casagrande, o prefeito de Vitória não tem dúvida: “Renato Casagrande”.

11,98% em ação popular

O advogado Nelson Aguiar, a pedidos dos servidores da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), vai entrar com uma ação popular contra o Estado, cobrando o pagamento da reposição dos 11,98% devidos à categoria. Segundo ele, com a demora em pagar, o Governo do Estado aumentou sua dívida com os servidores do Legislativo estadual, superando os R$ 100 milhões. E, ainda, que desde a Gestão Claudio Vereza (PT/ biênio 2003/2004) essa dívida – que seria milhões mais barata.

“Cabe ação popular e vamos entrar porque há servidores que deveriam ter sido beneficiados que, até, já morreram. Há famílias que estão passando dificuldades e a dívida só aumentando. Quanto mais a dívida cresce, mais prejuízo ao Estado e vai refletir nos investimentos em saúde, educação, segurança e etc…”

Novo Kindle permite ler livros digitais no escuro e possui 3G

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Guilherme Tagiaroli, do UOL, em São Paulo

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A Amazon tem o desafio de vender o Paperwhite, considerado o “melhor leitor eletrônico da companhia”,  em um país que lê pouco e a um preço próximo ao de um tablet de entrada (na casa dos R$ 500). Acompanhe a seguir os principais destaques do teste do e-reader:

Versões

O PaperWhite está disponível em duas versões: uma só com conexão à internet Wi-Fi (R$ 479) e outra com Wi-Fi e 3G (R$ 699). A versão com 3G funciona em diversos países e não necessita de contratação de plano de dados. No entanto, ela é limitada: o usuário consegue apenas comprar livros e consultar algo na Wikipedia. Qualquer tipo de navegação que passe disso, o aparelho sugere a conexão a uma rede sem fio.

O recurso de 3G oferecido pela Amazon é único: nenhum concorrente tem um contrato mundial com operadoras móveis para fornecer internet em diversos países. Porém, acaba sendo útil apenas para pessoas que moram em áreas mais afastadas ou sem acesso a redes Wi-Fi. Com certeza, a diferença de preços entre os produtos (R$ 220) vai fazer, de cara, que o consumidor considere se ele realmente precisa deste tipo de internet sem fio.

Tirando o tipo de conexão — e consequentemente o preço –, os aparelhos são praticamente os mesmos.

Parte física

O Kindle Paperwhite é ergonômico. O corpo dele é todo emborrachado, o que acaba garantindo ao dispositivo certa firmeza quando está em uma superfície lisa e nas mãos do usuário. Mesmo para quem tem mãos pequenas, é possível segurá-lo e deslizar pelas páginas com o dedão.

Por ter aproximadamente 17 centímetros de comprimento e ser fino (menos de 1 centímetro), ele pode ser transportado em bolsas femininas sem ocupar muito espaço ou, no caso dos homens, em bolsos de calça jeans traseiros.

O leitor da Amazon fica devendo por não ter um design tão caprichado quanto o do Kobo Glo, concorrente direto do Kindle Paperwhite no Brasil. O leitor eletrônico vendido pela Livraria Cultura conta com diversas cores e uma espécie de almofada na parte traseira do dispositivo, que proporciona muito mais firmeza ao usuário. E ainda é mais barato (R$ 399 com conexão Wi-Fi).

O espaço de armazenamento do Paperwhite é limitado (apenas 2 GB). Contudo, a companhia disponibiliza uma espécie de disco virtual para os livros. Dessa forma, se o usuário conseguir a façanha de lotar o aparelho com mais de 1.000 livros (capacidade informada pela empresa), ele pode apagar os que não vai ler e ir baixando conforme desejar. Dessa forma, todas as informações estarão sincronizadas com a internet (algo útil em caso de roubo, por exemplo).

Experiência de uso

O dispositivo tem apenas um botão e todos os comandos são executados na tela sensível ao toque. Leva um tempo para descobrir, durante a leitura, onde estão as opções para aumentar letra ou ajuste da iluminação da tela (basta dar um toque rápido na parte superior da tela). Tirando isso, a lógica é a mesma de um livro (para passar as páginas é só arrastar o dedo), com alguns recursos extras.

Um deles é o que mostra o tempo restante do capítulo. Conforme a pessoa vai lendo, um sistema inteligente estima, baseado na velocidade de troca de páginas, quanto tempo falta para terminar a leitura.

A iluminação da tela é um dos destaques do aparelho. O papel da tecnologia empregada no display é ajustar a tela para ambientes pouco iluminados ou com muita luz. Com algumas alterações no nível de luz é possível ler tanto em um quarto escuro como na praia. O segredo da tecnologia, diz a Amazon, é que a luz é irradiada diretamente na tela do e-reader, e não no rosto do usuário (como ocorre em tablets e telas LCD).

Quem está acostumado a mexer em tablets ou smartphones deve esquecer a experiência fluída desses dispositivos quando for manusear o Kindle Paperwhite ou qualquer outro e-reader. O leitor não conta com um processador avançado, e a tecnologia da tela não permite uma navegação tão rápida. Ao trocar de página na leitura de um livro, por exemplo, o aparelho leva alguns poucos segundos para executar o comando.

Ele traz, de fábrica, alguns dicionários instalados. Logo, ao ler um texto em língua estrangeira ou em português, basta segurar o dedo sobre a palavra para o sistema retornar o significado. O mesmo vale para a tradução (feito pelo serviço Bing, da Microsoft) ou na inserção de notas.

Ao comprar um livro, a Amazon promete transferi-lo para o equipamento em até 60 segundos pela internet. Por ser uma plataforma limitada (a tela é preta e branca), os arquivos dos livros são bem pequenos. Um dos títulos baixados pela reportagem, por exemplo, tinha 300 KB (menor que uma foto tirada de uma câmera de 8 megapixels).

Títulos disponíveis

A loja da Amazon conta com quase 2 milhões de títulos disponíveis para download. Desses, 16 mil estão em língua portuguesa, segundo a companhia.  Os clássicos e best-sellers estão todos lá: “50 tons de cinza”, “Jogos Vorazes”, “A volta ao mundo em 80 dias”, “Dom Casmurro”, etc.

O preço dos livros eletrônicos não apresenta grandes variações entre as principais livrarias digitais brasileiras, considerando os best-sellers. O livro “O lado bom da vida”, por exemplo, custa R$ 13,41 na loja da Amazon, enquanto na Cultura é vendido por R$ 14,90. Em alguns casos, o preço é igual. “Guerra dos tronos – as crônicas de gelo e fogo” é comercializado por R$ 27,19 nas duas lojas.

O usuário interessado em livros técnicos deve fazer uma pesquisa na loja digital e verificar se há os títulos desejados antes de adquirir um leitor eletrônico. Nem todas as publicações desta categoria têm formato digital.

Enviando documentos para o Kindle

Por ser uma ferramenta de leitura, o Paperwhite (e qualquer outro leitor da série Kindle) conta com um recurso que transforma automaticamente sites ou arquivos de diversas extensões (DOC, PDF e RTF, por exemplo) no formato compatível com o Kindle. Assim que a pessoa se conectar à internet via Wi-Fi, o documento aparecerá pronto para leitura no equipamento. É possível habilitar o 3G para isso, mas esse tipo de conexão exige pagamento de taxas adicionais para esse serviço específico.

O Kindle oferece diversas formas de enviar arquivos: instalando um programa no computador (PC ou Mac), por meio de um complemento no navegador (Chrome e Firefox) e por e-mail. A reportagem utilizou todas as funções — a única que se mostrou mais complicada foi a de envio por mensagem eletrônica.

Para habilitar esse recurso de envio por e-mail, é necessário entrar no menu Configurações de Documentos Pessoais, que fica na área de gerenciamento do Kindle no site da Amazon (levou um bom tempo até a reportagem descobrir que esse era o caminho). Lá, é necessário autorizar esse tipo de ação referente ao e-mail com extensão “@kindle.com”, atribuído a todos os equipamentos.

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MPES realizará ato contra a PEC da Impunidade

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) convida a sociedade capixaba para participar do ato público contra a Proposta de Emenda Constitucional número 37, a PEC 37, também conhecida como “PEC da Impunidade”. O ato será realizado na sexta-feira (12/04), no auditório do Complexo Administrativo Annina Lícia Amorim Rubim Grégio, localizada à Rua Procurador Antônio Benedicto Amancio Pereira, Bairro Santa Helena, Vitória.

O intuito da mobilização é chamar a atenção de todos para a tentativa de cerceamento do poder investigatório do Ministério Público e de outras Instituições e os nefastos efeitos ao trabalho de combate à criminalidade, à corrupção e à impunidade no Brasil. A PEC 37, que tramita no Congresso Nacional, visa tornar a atividade investigatória criminal exclusiva das Polícias Federal e Civil.

Diversas instituições e autoridades do Estado confirmaram participação ao lado do MPES para externar sua indignação contra essa proposta que irá beneficiar apenas o crime organizado. A campanha contra a PEC37 está presente nas redes sociais por meio Facebook (brasilcontraimpunidade), do Twitter (NaoPEC37) e do Youtube (imprensaCONAMP), onde o vídeo oficial da campanha já está disponível.

Ciciliotti a um passo da vaga de conselheiro

O secretário Luiz Carlos Ciciliotti (Casa Civil) está a um passo de ocupar a vaga que será deixada pelo conselheiro Marcos Madureira, no Tribunal de Contas do Estado (TCEES). A informação foi confirmada a FernandoCarreiro.com, no início da tarde de hoje, por uma fonte com trânsito no governo.

“Enquanto a Assembleia discute quem vai indicar entre os deputados, o governo já está colocando, internamente, o nome de Ciciliotti. Quando os parlamentares se derem conta, não há mais tempo de indicar um entre os seus”, garantiu a fonte.

Cláudio Vereza (PT), Dary Pagung (PRP) e Atayde Armani (DEM) postulam a vaga que será deixada por Madureira, que deve pedir sua aposentadoria nos próximos meses.

Ao articular a entrada de Luiz Carlos Ciciliotti para a vaga de conselheiro, o governador Renato Casagrande começa a equilibrar as indicações no Tribunal de Contas do Estado, e com um conselheiro relativamente novo, que ficará no posto por mais tempo – pela lei, os membros da corte têm de se aposentar aos 70 anos

Dos atuais membros da corte, Sérgio Aboudib, 51 anos, Sebastião Carlos Ranna, 48 anos, e José Antônio Pimentel, 61 anos, têm em comum suas indicações feitas durante o governo de Paulo Hartung. Domingos Antônio Taufner, 50 anos, foi empossado em dezembro de 2011, no primeiro ano do governo de Casagrande. Há quem diga que a indicação é conjunta entre ex e atual governador.
Com 56 anos de idade, Ciciliotti pode fazer par com Rodrigo Chamoun, de 43 anos, indicado para a vaga durante o governo de Casagrande. Coincidentemente ou não, ambos são oriundos do PSB, partido do governador.

“Nenhum nome ligado a Luiz Emanuel será eleito”, diz tucano

Nesta sexta-feira (5), o PSDB municipal vai anular a eleição que levou à presidência Carlos Ayres, o Cassinho, à presidência do partido. A eleição do empresário, que é filiado à sigla e é assessor do deputado federal César Colnago, provocou um racha. Segundo fonte tucana ouvida por FernandoCarreiro.com, o grupo do vereador de Vitória Luiz Emanuel não teria ficado satisfeito com o resultado da eleição.

“A executiva estadual [do PSDB] criará amanhã uma comissão provisória para levar o partido até a próxima eleição. Nenhum nome ligado a Luiz Emanuel fará parte dessa comissão nem será eleito presidente do PSDB municipal”, garantiu a fonte.