Sindicato pede “rigor” na investigação sobre explosão na Arcelor

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas (Sindimetal-ES) pediu rigor e transparência na apuração sobre a explosão que aconteceu na ArcelorMittal, na unidade Tubarão, que fica no Distrito Industrial da Serra.

A unidade Tubarão é responsável pela fabricação de placas e bobinas de aço para os mercados da América do Norte, América Latina, Europa e Ásia. A estrutura da indústria foi fundada em junho de 1976.

O Sindicato diz que “acompanha com atenção” os desdobramentos do que, de acordo com a Arcelor, foi um blackout, que afetou a Central Termelétrica e gerou um barulho intenso, ouvido por moradores de toda a Grande Vitória.

A Arcelor afirma que não houve vítimas, mas o Sindicato diz que continua atento aos fatos para garantir a segurança dos trabalhadores. “Nós exigimos transparência e rigor nas investigações das causas e na implementação de medidas preventivas para evitar futuros incidentes”.

O Sindimetal diz também que está em contato com os órgãos competentes e segue monitorando a situação “para garantir a proteção dos direitos dos trabalhadores”.

Explosão

Um forte barulho de explosão foi ouvido e sentido uma grande população de bairros na Sera e cidades da Região Metropolitana de Vitória na tarde deste domingo (17). Imagens publicadas em redes sociais apontam que, após o estouro, fogo podia ser visto de várias chaminés da indústria de produção de aço.

Nas redes sociais, moradores de vários bairros da cidade e dos municípios ao redor relataram que ouviram o forte estrondo, e que o chão até tremeu. O barulho foi ouvido em um raio de 30km, pelo menos.

“Meu prédio tremeu todo”, segundo um usuário do X, identificado como Filipe. “Aqui em casa tremeu tudo”, relatou a usuária identificada como Gabriela, moradora do Jardim Camburi, próximo ao porto – a 13km de distância da indústria.

A empresa informou à reportagem que todas as medidas estão sendo tomadas voltadas a segurança das pessoas, meio ambiente e estabilidade dos processos. “Os órgãos ambientais já foram informados”, afirmou, em nota.

 

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