Um processo de recuperação judicial conduzido pelo escritório capixaba Finamore Simoni Advogados resultou na homologação do plano de reestruturação do Grupo Soami pela Justiça de Mato Grosso. A decisão validou a aprovação do plano por adesão dos credores, dispensando a realização da Assembleia Geral de Credores, mecanismo previsto na Lei de Recuperação Judicial e Falências após a reforma de 2020.
O Grupo Soami é formado pelas empresas Soami Agroindustrial Ltda. e Cuiabá Corretora Ltda. Para a homologação, foi comprovado o número mínimo de credores favoráveis exigido pela legislação. A Administradora Judicial atestou a regularidade do procedimento e o Ministério Público manifestou-se favoravelmente à aprovação do plano.
A atuação jurídica do caso foi conduzida pelo escritório capixaba Finamore Simoni Advogados, especializado em reestruturação empresarial. A equipe assessorou o Grupo Soami durante a reorganização da recuperação judicial e na elaboração da proposta apresentada ao Judiciário.
Segundo o advogado Felipe Finamore Simoni, sócio do escritório e especialista na área, a decisão demonstra os efeitos práticos das mudanças promovidas pela reforma da legislação.
“Quando já existe consenso entre os credores, a aprovação por adesão evita etapas que podem prolongar o processo. Isso traz mais agilidade para a recuperação da empresa, sem deixar de lado a segurança jurídica e a fiscalização da Justiça.”
Para o advogado, o modelo também fortalece a negociação entre empresas e credores, favorecendo soluções construídas de forma consensual.
“A recuperação judicial funciona melhor quando as partes conseguem construir uma solução em conjunto. Com negociação e transparência, aumenta a confiança no processo e cria-se um ambiente mais favorável para que a empresa supere a crise, preserve empregos e mantenha suas atividades.”
O sócio Bruno Finamore Simoni destaca que a homologação é resultado de um trabalho técnico desenvolvido ao longo de todo o processo de recuperação judicial.
“Esse resultado é fruto de um planejamento técnico, de negociações bem conduzidas e de um trabalho conjunto entre empresa, credores e demais envolvidos. A legislação oferece ferramentas importantes, mas elas precisam ser aplicadas com estratégia e responsabilidade.”
Ele ressalta que a homologação representa uma etapa importante, mas não encerra o processo de recuperação.
“Agora começa uma nova etapa, que é o cumprimento do plano aprovado. A empresa continuará sendo acompanhada pela Justiça e pela Administração Judicial para garantir que todas as obrigações assumidas sejam cumpridas.”
Na decisão, a Justiça de Mato Grosso reforçou que a recuperação judicial tem como finalidade preservar empresas economicamente viáveis, manter a atividade produtiva e proteger os interesses dos credores. Para os especialistas do Finamore Simoni Advogados, o caso evidencia o avanço de soluções consensuais, que vêm tornando os processos de reestruturação empresarial mais céleres, eficientes e seguros.
Especializado em reestruturação empresarial, o escritório capixaba tem atuado em processos de recuperação judicial em diferentes estados, acompanhando empresas na negociação com credores e na construção de soluções voltadas à preservação das atividades econômicas dentro dos parâmetros previstos pela legislação brasileira.










