Teste genético põe em debate ciência e direitos. Nova regra da CBV exige triagem do gene SRY para atletas femininas e levanta questões.
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A decisão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) de exigir teste genético para definir a elegibilidade de atletas em competições femininas levou para além das quadras uma discussão que envolve ciência, direitos individuais e os critérios para participação na categoria. No Espírito Santo, enquanto a Federação local aguarda orientações sobre eventuais reflexos nos campeonatos estaduais, há quem questione a necessidade da medida.
Publicada no último dia 14, a política estabelece que atletas com resultado negativo na triagem do gene SRY atendem ao critério de elegibilidade para a categoria feminina. Em caso positivo, há exceções para condições específicas do desenvolvimento sexual, mediante avaliação especializada.










